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quinta-feira, 18 de abril de 2013

CAPÍTULO 15 - ÚLTIMO CAPÍTULO


Capítulo 15:


Sunny - Jennyfer Hunter


Gilberto Gil - Realce 


Kid Abelha - Grand Hotel 


Você me ganhou de presente - Paula Toller 
http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=gqFOdSI9zXs#at=87



Acordar e perceber que uma nova fase da vida tinha se iniciado era no mínimo... animador. Sim! Digo animador porque, apesar de meu relacionamento com Camila não ter tido um desfecho juntas, eu podia ver claramente que agi da melhor forma possível. Não havia sido rude, ignorante ou dramática. Definitivamente essas atitudes não condizem com a pessoa que sou. Seria até contraditório da minha parte ficar chorando pelos cantos, quando na verdade, eu tinha conduzido toda a conversa de ontem. A imagem que passei foi a minha de sempre. Forte, decidida e bem resolvida com a vida. Não podia me permitir ficar na defensiva e fazer o papel da ... ah coitadinha! Não mesmo! Cabia a mim então, hoje, dar mais um passo na trajetória da minha vida. E esse, com certeza, não seria um passo para trás. 

Ao levantar, abri todas as janelas da casa, começando pela do meu quarto. O tempo lá fora só confirmava o que queria sentir aqui dentro. Sol, calor, energia latente correndo em minhas veias!

Sentir os raios solares penetrarem sua pele pela manhã era revigorante, energizante. De tal forma que eu precisava deles para sobreviver. Era a essência do meu ser.

Depois de deixar o sol entrar, deixei o som explodir alto, vibrante. A música? Melhor impossível! Realce, do Gil. Mais um elemento para me colocar para cima!



"Não se incomode O que a gente pode, pode O que a gente não pode explodirá
A força é bruta E a fonte da força é neutra
E de repente a gente poderá
Realce, realce Quanto mais purpurina melhor
Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor
Com tudo de Real teor de beleza
Realce, realce, realce, realce Realce, realce, realce, realce
Não se impaciente O que a gente sente, sente
Ainda que não se tente afetará
O afeto é fogo E o modo do fogo é quente
E de repente a gente queimará
Realce, realce Quanto mais parafina melhor
Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor
Com tudo de Real teor de beleza
Realce, realce, realce, realce Realce, realce, realce, realce
Não desespere Quando a vida fere, fere
E nenhum mágico interferirá
Se a vida fere Com a sensação do brilho
De repente a gente brilhará
Realce, realce Quanto mais serpentina melhor
Realce, realce Com a cor-do-veludo, com amor
Com tudo de Real teor de beleza
Realce, realce, realce, realce"
(Gilberto Gil - Realce)



Fui para a cozinha preparar meu breakfast e enquanto passava geléia no pão de forma, acompanhava os versos da canção.

Não estava feliz demais pro que aconteceu ontem?

Estava sim! E por quê eu teria que ficar pra baixo? 

Vamos aos fatos. Ela apareceu pra mim enquanto ainda estava moribunda. Depois ficou toda se sentindo quando começamos a ficar e no fim, quem sabe, tenha encontrado o amor da vida dela, o verdadeiro amor. Se ela estava feliz, porque eu ficaria triste? Contribui para isso e só tenho que me sentir bem com o feito.

Entre as goladas no copo com suco de laranja e as mordidas no pão, lembrei das últimas vezes em que sentei com calma e fiz esse desjejum. Uma foi com Camila e outra com Gabriela. Engraçado como a situação em que me encontrava era totalmente diferente.

Para uma fiz café desejando que ela fosse logo embora para que eu não sucumbisse ao desejo extremo que estava de me entregar à ela. Para a outra tinha sido diferente. Foi sem pressa, com calma e com muita conversa. Havia sintonia. Tudo bem que eu não me lembrava da noite que não tivemos, mas mesmo assim tinha sido um momento super legal. Foi quase impossível não me lembrar da vez que ela fez café pra mim. Engraçado também é eu não ter parado para perceber certas coisas, pois achava que estava cega pela Camila. Sorri e balancei a cabeça negativamente.

Gabi era tão madura. Podia ver em suas atitudes e uma delas foi de ficar na dela no dia em que apaguei completamente bêbada. Apesar de ter pago aquele mico, ela não me cobrou nada. Não me pediu explicações, não foi egoista. Não. Ela foi completamente empática e divertida.

Dessa vez sorri ao mesmo tempo em que lembrava da carinha dela na cozinha enquanto me contava da minha, digamos, falha.

Outra música entrou no rádio... fazendo-me para e prestar atenção na letra.



"Se a gente não tivesse feito tanta coisa,
Se não tivesse dito tanta coisa,
Se não tivesse inventado tanto
Podia ter vivido um amor Grand' Hotel.
Se a gente não fizesse tudo tão depressa,
Se não dissesse tudo tão depressa,
Se não tivesse exagerado a dose,
Podia ter vivido um grande amor.
Um dia um caminhão atropelou a paixão
Sem teus carinhos e tua atenção
O nosso amor se transformou em "Bom Dia"...
Qual o segredo da felicidade?
Será preciso ficar só pra se viver?
Qual o sentido da realidade?
Será preciso ficar só pra se viver?"
(Kid Abelha Grand' Hotel)



Pensei. Na verdade, me perguntei: O que eu tinha visto em Camila?

Ah... ela era linda! Isso era fato! Aquele jeito tímido, fechado, medroso deve ter despertado meu interesse por descobrir mais sobre ela. Se me arrependo? Claro que não. Não podia negar que ela era uma pessoa interessante, atraente e ... gostosa! Nossa! Como é! Cheguei a sentir um certo comichão entre as pernas. Mas o que mais? O que mais podia falar dela?

Não sabia se ela gostava de ler, qual seu gosto musical, manias, defeitos, sonhos, medos, nem se ela preferia dormir de barriga pra cima ou de bruços! Não sabia de nada. Das vezes que nos encontramos, a pele tinha falado mais alto que qualquer outro fator. Transávamos e só. Ela ia embora e eu ficava cheia de incertezas.

Pois é... ao pensar nisso, outra pergunta me veio à mente: Será que teria dado certo?

Não tenho como saber, mas não precisamos viver algo para saber se será bom ou ruim. Minha sensatez me dizia que eu tinha inúmeras e diversas razões para crer que não daria certo.

Camila não largaria a vida que lhe dá sustente e conforto. Eu? Meu conforto é justamente poder não ser de lugar algum. Podia se de alguém, um dia que sabe. Mas não nasci para ficar presa e morrer presa. Precisava de alguém que fosse como eu... gostasse de viajar, de conhecer pessoas, de aventuras. Não de alguém que tivesse medo de sair do seu mundinho.   

É... definitivamente não.

O fato de ver e constatar que eu e Camila não daríamos certo não me dava o direito de ligar para Gabi. Ela não era a sobra, o resto. Não queria que ela pensasse isso de mim em momento algum.

O que eu tinha a fazer era continuar minha vida sem o desejo louco de arrumar alguém agora. O que tivesse de ser, aconteceria mais ou mais tarde.

O café acabou... a música mudou... e eu sai da cozinha. Tomei um banho gelado, coloquei uma roupa e fui dar um mergulho.





Cheguei na barraca das meninas. Quando Lú me viu veio logo querendo saber como eu estava.

- Estou ótima, Lú.

- Como assim? Não foi ontem que a Camila veio? Ah já sei!

Falou cheia de más intenções...

- Sabe é? Não sabe de nada. Nós terminamos sem ao menos termos começado.

- E você tá assim com essa cara? Nem um pouco chateada?

- Por quê ficaria, amiga? Conversamos civilizadamente e foi até bonito, sabe. Sem brigas, sem aquele dramalhão todo. Cada uma para o seu lado e pronto.

- Entendi... E ela disse porque não ficar com uma mulher como você?

- Sim. Para ficar com uma mulher como a Flávia.

Luciana simplesmente emudeceu. Os olhos dela me perguntavam como era possível. Dei um tapinha em seu ombro enquanto passava para o lado de dentro da barraca para pegar um copo d'água.

Ela continuou me olhando... somente depois que dei um gole e me diverti com a cara de perplexa dela, falei:

- Não sei porque a senhorita tá assim. Tava tão na cara... só as duas que não queriam enxergar. 

- Sunny... to passada!

Dei um copo d'água pra ela e pedi pra deixar minha cartucheira lá enquanto iria dar um mergulho.





Quando estava saindo da água, preocupada com os cabelos desgrenhados, e acabei dando de cara com ela, que corria na orla. 

- Oi, Sunny!

Parei e olhei para ela. Estava linda... suada... e com a respiração alterada. Sorri e respondi ao seu cumprimento.

- Desculpa... quase bati em você.

Falei enquanto tirava o excesso da água nos meus cabelos.

Ela ficou me olhando um tempo... acho que queria me dizer algo. E antes que eu dissesse qualquer coisa, ela retirou um cabelo que estava próximo à minha boca e disse:

- Vou sair hoje a noite. Quer... ir comigo?

Eu disse que não podia ligar pra ela ou procurá-la, mas acho que o tal do destino estava jogando a meu favor.

- É ... pra onde?

- Importa saber?

Engoli em seco. Depois de uma direta dessa, realmente não importava.

- Importa sim. Desde que seja para algum lugar que possamos nos divertir.

Ela quase colou o corpo no meu... sua boca quase tocou a minha... passou a língua nos lábios... sorriu... e sussurrou:

- Você vai se divertir como nunca.

Aceitei o convite, que mudou minha vida. 





Seis meses se passaram...



As roupas estavam jogadas no chão e nós lá... em cima da cama... ofegantes... completamente cansadas, exauridas... e ela, olhando pra mim com aquele sorriso bobo. Seus dedos acariciavam minha barriga, causando em mim uma tensão elétrica maior que 220volts. Cada vez que fazíamos amor, era uma nova descoberta... novo jeito de gozar para ela, de sorrir com ela, pra ela... de me permitir ser dela.

Minha vida tinha mudado completamente... ela me estimulava a criatividade para criar minhas artes. Passei a pintar telas depois que deixei ela entrar no meu cotidiano. Em pouco tempo, tínhamos viajado pelo menos duas vezes por mês e nos entendido muito bem.

Ela me deu um beijo no ombro e disse que ia ao banheiro.

Reclamei dizendo que ela não podia demorar....Virei para o lado da cama que ela ficava e justamente onde ficava o microsystem também. Pois é, ela tinha se apossado do meu brinquedinho. Liguei o som e fiquei ouvindo a canção... sorrindo e pensando na mulher perfeita pra mim...



"Você me ganhou de presente
Com laço e etiqueta de garantia
Foi num dia de alegria
Você fez bem o gesto que eu queria
Mas não deu mole
Não deu mole
Não deu mole
Você não deu mole
Nunca esteve numa de me alcançar
Nem estava no 'mood' de casar
Eu sempre estive à mão, que isso me console
Mas você não
Você não deu mole
Você me ganhou de presente
No laço e na promessa de guarita
Você me sorriu na galeria
E tinha bem o gosto que eu queria,
Mas não deu mole
Não deu mole
Não deu mole, meu bem
Você não deu mole ... " 
(Você me ganhou de presente - Paula Toller)



- Não dou mesmo!

Disse Gabi pulando na cama e me cobrindo de beijos.

A puxei pra mim sendo completamente receptiva àquele carinho... e entre nossos beijos molhados e quentes, pude ter a certeza de uma coisa: Ah se todas fossem como ela!!!



 ***



Camila – Diedra Roiz


Camila, Camila - Nenhum de Nós 


Agora só Falta Você – Rita Lee 


A Cor – Teka Simon 
https://www.youtube.com/watch?v=xoFRkh6v1S4


That Thing You Do – The Wonders 
http://www.youtube.com/watch?v=ZpErX3KVF60

Muito Estranho - Nando Reis
https://www.youtube.com/watch?v=FCd5tqnYBU8&list=RDFCd5tqnYBU8




Assim que o carro dobrou a esquina, foi involuntário... Um suspiro aliviado escapou de mim. Estava feito, eu tinha conseguido. Uma história fechada, com um final de verdade. Enfim.

Liguei o rádio e fiquei mudando de estação, procurando algo que eu quisesse escutar. Sorri quando encontrei:



“Depois da última noite de festa
Chorando e esperando amanhecer, amanhecer
As coisas aconteciam com alguma explicação
Com alguma explicação...”



 A conversa com Sunny, na verdade um monólogo, só tinha servido para afastar toda e qualquer incerteza que eu ainda pudesse ter. Eu me obriguei a ouvir tudo o que ela me disse calada, me obriguei a concordar. E por quê?



“E eu que tinha apenas 17 anos
Baixava minha cabeça pra tudo
Era assim que as coisas aconteciam
Era assim que eu via tudo acontecer”



Depois de anos me anulando por e para Sandra, era quase um hábito. Seria fácil... Se não doesse tanto.

O que Sunny não sabia, o que ela jamais saberia, era que quando a olhei, uma vontade insana de pegá-la pelos cabelos, deixá-la nua e comê-la ali na sala mesmo me atingiu.

Coisa que me causou um leve desconforto, por ser assim que eu sempre pensava nela, de forma dura, seca, cruel. Quase cínica. Um efeito de catarse, como se descarregasse tudo, como se nela eu pudesse... Me vingar do mundo. Me vingar... De Sandra.

Uma transa de despedida.  Eu sabia que ela não teria me negado.

E isso era péssimo, pior ainda, fazia eu me sentir... A mais podre das criaturas, porque... Não me agradava a ideia de ter usado uma pessoa, especialmente aquela que, de forma inegável, tinha me tirado do meu antigo estado de torpor. Mesmo que, ao contrário do que pudesse parecer, Sunny não tivesse me mostrado a luz. Na verdade o que ela despertava em mim era outra coisa: ela evidenciava a força que tinha a minha escuridão.



“Camila...
Camila, Camila...”
(Camila,Camila – Nenhum de Nós)



Não me lembrava de já ter sido tão escrota e filha da puta com alguém como tinha sido com ela. E Sunny não merecia. Claro que não. Ela tinha sido mais do que maravilhosa, tinha sido... Inacreditavelmente generosa ao facilitar com tanta dignidade aquele término... Do que sequer havia começado. Foi com um carinho quase culpado que peguei meu celular e digitei: “Ah... Se todas fossem como você!”, me incluindo na lista das que não a mereciam.

Só depois que enviei a mensagem temi ser mal interpretada. Afinal... Sunny não só não me conhecia, como não me compreendia, fazia uma leitura totalmente errônea de quem eu realmente era. Havia criado uma imagem de mim pela qual parecia estar apaixonada. Um sorriso amargo surgiu nos meus lábios... Eu sabia exatamente como era, já tinha passado por isso e mesmo estando do outro lado dessa vez, eu não queria nem pretendia repetir.

Se um dia eu voltasse a ficar com uma mulher, queria que ela dialogasse, que ouvisse o que eu tinha para dizer, e que, acima de tudo, realmente quisesse me escutar. Mais do que isso: que olhasse para mim e me enxergasse. Como eu sou. De verdade. E me amasse assim, sem querer me mudar. Alguém que não quisesse ser a minha luz do sol, mas com quem eu possa ver o brilho das estrelas. Nada demais. Apenas o que qualquer pessoa deseja... Ou não?

A música terminou e eu voltei a buscar uma que valesse a pena... Quando achei, não poderia ser mais perfeito...



"Um belo dia resolvi mudar
E fazer tudo o que eu queria fazer
Me libertei daquela vida vulgar
Que eu levava estando junto a você
E em tudo que eu faço
Existe um porquê..."



Inevitável que nesse momento meu pensamento se voltasse para Flávia. Era algo que eu precisava resolver. Só não sabia muito bem como. A noite passada com ela tinha me deixado... Não tinha palavras para descrever.

Tudo bem, ela sempre tinha sido... Quase parte de mim mesma. Mas jamais daquele jeito. Eu nem cogitava a hipótese de... Era minha melhor amiga, não queria perdê-la. No entanto, já tinha perdido. Nunca voltaria a ser igual. Eu não estava pronta para algo mais. Não naquele momento. E quando estivesse, talvez não fosse com ela. Afinal, ela tinha trepado com a minha mulher. Como eu poderia... Não esquecer, esquecer eu nem cogitava, mas... Perdoar? Não achava possível.



“E fui andando sem pensar em voltar
E sem ligar pro que me aconteceu
Um belo dia vou lhe telefonar
Pra lhe dizer que aquele sonho cresceu...”



Estava cansada, muito cansada de esperar, de adiar os meus momentos. Coloquei o celular no viva voz e liguei pra ela. A conversa foi simples e objetiva. Sem muitas palavras. Não havia necessidade:

- Flávia?

- Oi, Camila.

- Estou chegando em Blumenau e queria conversar com você, posso passar aí?

- Eu preferia que não fosse aqui em casa. Pode ser?

- Tudo bem. Aonde então?

- No lugar de sempre? Daqui a uma hora?

- Ok.



"No ar que eu respiro,
Eu sinto prazer
De ser quem eu sou
De estar onde estou
Agora só falta você, iê, iê
Agora só falta você..."
(Agorasó falta você - Rita Lee)



Quando entrei no Centro de Blumenau já tinha escurecido. Estacionei na Curt Hering, quase em frente ao “HausBier Bar”, nosso barzinho preferido. Cenário de milhares de noites e conversas, algumas banhadas de choro, todas regadas à cerveja, muita cerveja importada, especialidade da casa. Assim que entrei reconheci a cantora: Teka Simon. Ela me acenou com a cabeça, sem parar de dedilhar o violão, sabia quem eu era porque tinha tocado algumas vezes com Sandra. Sentei em uma mesa colada na parede, o garçom veio só confirmar o que já sabia:

- Aquela alemã de trigo?

Assenti e completei:

- Dois copos e os bolinhos de feijoada.

A cerveja chegou, me servi e fui bebendo devagar... A primeira música terminou, veio uma segunda, uma terceira... Quando a quarta canção iniciou comecei a ficar impaciente, ansiosa, não estava acostumada a esperá-la, normalmente quando eu chegava Flávia já estava lá.

“E se ela não viesse?”

Estranho pensamento... Que não consegui evitar.

Levantei os olhos em direção à porta no mesmo instante em que Flávia a atravessava... De botas pretas de salto... Cano alto, subindo até os joelhos... Deixando um pedacinho da meia calça preta à mostra... Antes de começar a barra do vestido... Sobretudo pendurado no braço e a bolsa no ombro... O pescoço nu, deixado à mostra pelos cabelos presos para cima... Meus olhos encontraram os dela no exato momento em que a voz de Teka entrou:



“Quando fecho os olhos pra ver
Todo o sentimento que há
Quando olho ao céu e a cor que reina
E lá vem ela
Reluzindo a cor
A luz que vem de dentro dela
É a do seu amor...”



Caminhou em minha direção sorrindo. E eu... Sorri de volta... Apesar de já tê-la visto milhares de vezes assim, talvez até com aquela mesma roupa... Nunca a tinha enxergado de verdade, eu... Nunca tinha olhado para ela... Daquele jeito... Era a primeira vez.



“E lá vem ela
Reluzindo a cor
Da sua paz, do seu amor
E lá vem ela
Reluzir a cor
Da sua paz, do seu amor
E vinha ela reluzindo a cor
Da luz que vem de dentro dela
É a do seu amor...”



Parou na minha frente, mas não me tocou, sequer me beijou. Disse apenas:

- Oi.

Num tom que fez meu corpo inteiro ser percorrido por um leve tremor...

Pendurou o sobretudo e a bolsa na cadeira e sentou. Sorriu ao ver a cerveja que eu tinha escolhido e os dois copos. Peguei a garrafa para servi-la e só então percebi que estava vazia. O sorriso de Flávia aumentou:

- Demorei?

Estava lá, escrito nos olhos dela... O profundo significado daquela pergunta. Não fugi, nem menti:

- Talvez... Um pouco.

Ela se inclinou para frente, ficou mais próxima, praticamente sussurrou:

- Me desculpa?

Me deixando sem resposta.

Interrompi o silêncio que se seguiu fazendo sinal para o garçom trazer outra cerveja. Ele trouxe os bolinhos de feijoada recheados de couve junto. Os preferidos dela. Voltou a sorrir, pegou um, mordeu... Acompanhei o movimento dos lábios, da boca... O som de prazer que soltou... Meu coração acelerou...



“Me leva pra onde leva essa canção
Me mostra todas as cores da vida
Assim encontro paz na solidão
É dentro de nós
Aonde o amor ficar”




Achei graça quando percebi que estava daquele jeito... Por causa de Flávia! Ela riu comigo, mesmo sem entender:

- Quê?

Sacudi a cabeça negativamente, completei:

- Nada.



“De flor em flor em planto o meu jardim
De rosa em rosa eu colho o meu buquê
A cada passo sigo o meu caminho
E o destino leva até você...”
(A Cor – Teka Simon)



Estendi a mão para pegar a cerveja e, não sei como, a derrubei. O líquido virou todo na mesa, a teria molhado se Flávia não fosse rápida, levantou num reflexo quase felino, pegou alguns guardanapos de papel e começou a secar tudo, eu fiz o mesmo... Rimos juntas de novo, ela brincou:

- Quantas você já bebeu mesmo?

Retruquei no mesmo tom:

- Bem menos que você naquele Carnaval em Floripa...

A recordação veio... Quase que em outra versão... Na verdade uma releitura... Da forma que ela me agarrou e me puxou... Enquanto eu a colocava na cama... Tentando me fazer deitar com ela... Soprando dentro do meu ouvido... Palavras que agora finalmente faziam sentido...

Pensei alto, para mim mesma:

- Você não estava me confundindo com outra. Sabia que era eu.

Não precisava, mas mesmo assim, Flávia confirmou:

- Sim.

Fomos interrompidas pelo garçom. Tirou os guardanapos junto com a toalha molhada, secou tudo, colocou outra e se afastou. Voltamos a sentar.  Lancei à queima roupa:

- Por que você nunca me disse nada?

O sorriso que ela me deu parecia conter... Uma coletânea de dor:

- Eu te disse. Várias vezes, de várias formas. Você é que nunca notou.

Recuei... Encostei as costas na cadeira... Fiquei muda, sem ter como contestar. Bastava parar um pouco. Comecei a lembrar... De uma infinidade de momentos...

Enquanto isso, Flávia chamou o garçom, pediu outra Weiss, comeu mais bolinhos, agora molhados de cerveja... Recebeu a garrafa cheia, serviu o copo dela... O meu... E só então me chamou:

- Camila?

- Ãh?

- Tudo bem?

Olhei para ela. Flávia. Com quem eu sempre dividia tudo. “Até a mulher...” Pensei morbidamente. Impossível não ser sincera:

- Não. Como poderia estar? A impressão que eu tenho é que a minha vida é um castelo de areia. - Fiz uma pausa. Tomei um gole de cerveja. Ela ficou me olhando e esperando, sem me interromper. – Hoje eu estive em Porto Belo, com a Sunny e...

Flávia se retraiu. Foi quase imperceptível, mas... Eu senti. E parei de falar. Teria me calado se ela não dissesse:

- Continua. Estamos aqui pra isso, precisamos conversar. Se bem que... Não sei se eu...

Interrompi, informando rapidamente:

- Não aconteceu nada. Fui lá e demos um ponto final. Só isso.

Ela foi absolutamente perspicaz:

- Você está se justificando pra mim. Por quê?

Sabia que não adiantava, mas mesmo assim... Neguei:

- Eu... Não estou.

Ela me olhou profundamente:

- Não? - Levou o copo aos lábios, bebeu... Acompanhou meu olhar... Dos olhos para a boca, da boca para os olhos... Sorriu... - Camila... Esqueceu que eu te conheço... E muito bem?

Involuntariamente, estremeci. Pisei nos freios do meu auto controle até o fim:

- Então eu não preciso responder.

- Pra eu saber não. Mas eu adoraria te ouvir dizer.

Cortei-a. Antes que perdesse o controle em definitivo:

- Me diz você.

- O quê?

Flávia voltou a levar o copo à boca, dessa vez eu mantive os olhos fixos nos dela:

- Sobre você e a Sandra. Eu preciso saber. Quando foi? Como foi? Onde foi? Quem foi que...  De quem foi a... Iniciativa?

Ela não hesitou:

- Foi antes de eu conhecer a Lena. Fazia o quê?... Menos de um mês que vocês estavam morando juntas. Encontrei a Sandra no “Butiquin Wollstein”. Ela estava sozinha, eu também. Sentamos juntas. E acabamos num motel. Não tenho como te dizer se foi ela ou se fui eu... Não é uma questão de encontrar uma culpada, porque... Quando uma não quer... Entende? Apenas aconteceu. De pleno acordo entre nós duas.

Aquilo me deixou... Numa efervescência por dentro... Um turbilhão que foi crescendo, até transbordar... De um jeito absolutamente incoerente, eu já não sabia de quem eu sentia mais ciúmes:

- Que amor é esse, Flávia? Que você diz que tem por mim? Nunca me disse nada, nunca me tocou, sequer tentou! Mas me trair com a Sandra foi fácil, né? Foi lá, trepou com a minha mulher e depois... Guardaram esse segredinho sujo... Só entre vocês duas...

Ela parou. Titubeou. Vi perfeitamente o quanto me contar a verdade foi difícil, mas ainda assim, Flávia respirou fundo e disse:

- Eu queria saber o que você via nela. - Fez outra pausa antes de finalmente completar: - Mas não consegui.

Aquilo me atingiu como uma implosão no estômago, abrindo um buraco, uma lacuna, um enorme vazio... Meu corpo todo se contraiu, tentei firmar a vista inutilmente, pequenas luzes piscaram me ofuscando, comecei a suar frio... Fechei os olhos, respirei fundo e fiquei alguns minutos ali encolhida, me acalmando e voltando aos poucos... Ciente de que não era nada além do último espinho sendo arrancado, o último grilhão sendo aberto, a última venda caindo...

Quando voltei a levantar o rosto, me deparei com Flávia absolutamente imóvel, me observando... Com cuidado, atenção, amor... Não havia nada de novo neste olhar. Era o mesmo de sempre. A diferença estava em mim.

Falei sem sentir:

- Eu também já não sei mais.

Os olhos dela adquiriram um novo brilho... Ia falar... Algo que fiquei sem ouvir, pois foi bruscamente interrompida pela loira que se aproximou da mesa como se eu não existisse:

- Oi Flávia...

Não bastando o tom de voz oferecido, ela se inclinou para beijá-la, mirando o canto dos lábios, mas Flávia habilmente virou o rosto e desviou. Manteve os olhos nos meus ao dizer:

- Ana, você conhece a Camila?

Ela virou o rosto em minha direção, mas não me olhou:

- Oi!

Nem me dei ao trabalho de responder, já que a loira rapidamente se voltou para Flávia. Normal, não era novidade. Ela sempre vivia cercada e assediada, dificilmente ficava sozinha. Só que antes, isso nunca tinha me incomodado. O olhar de Flávia continuou em mim, mesmo enquanto conversava e dispensava a loira de uma forma bastante delicada e sutil. E isso também não me pareceu estranho. Na verdade, me fez perceber que, mesmo quando ela estava com outras, mantinha a atenção em mim.

O resto da noite foi bem mais tranquilo. A conversa fluiu fácil, leve, divertida... Como sempre. No entanto, não era mais como antes, por mais que eu quisesse, seria impossível negar... Eu estava dolorosamente ciente... Da diferença...

Não conseguia evitar... A forma com que eu admirava cada movimento dela...  Cada mudança de tom... Não só de voz, mas de expressão... O olhar dela me  tocando... Me queimando... Por fora e por dentro...

Eu sabia... Flávia sabia... Nós duas queríamos... Estava ali, era palpável.

Minha vontade de ir para outro lugar com ela foi crescendo... Até se tornar insuportável:

- Vamos?

Ela concordou imediatamente. Enquanto esperávamos a conta, sugeri:

- Vamos chamar um taxi?

- E o seu carro?

Ela tinha visto parado do outro lado da calçada, óbvio...

- Amanhã eu pego.

Não estávamos bêbadas, mas também não estávamos inteiramente sóbrias. De qualquer forma, nós duas tínhamos bebido, nenhuma das duas ia dirigir...

- Então são dois.

Eu a corrigi:

- Não. Um só.

Morávamos em lados opostos da cidade. Minha intenção era clara e Flávia compreendeu de imediato. Mesmo assim, perguntou:

- O que você está me propondo?

- Você não sabe?

- Quero que você me fale, com todas as letras. Nada de joguinhos entre nós, Camila.

Agradeci mentalmente ao garçom que nos interrompeu, trazendo a conta. Como de hábito, a dividimos. Ele pegou o dinheiro, agradeceu, nos deu boa noite, nós também... Levantamos, vesti meu casaco e ela o sobretudo, pegamos as nossas bolsas, saímos... Flávia na frente, eu atrás dela, sem conseguir conter meus olhos, que a percorreram inteira...

Ela parou na calçada, longe o suficiente das pessoas sentadas nas mesinhas do lado de fora, para que só eu ouvisse:

- O que você quer? Trepar comigo?

Não hesitei:

- Sim.

Apesar da palavra “trepar”, naquele momento, me parecer incômoda, errônea, por demais agressiva...

- E depois? - A pergunta me deixou muda. Eu não sabia o que responder. Nem era preciso. Flávia leu nos meus olhos. E completou: - Na primeira vez você me mandou embora. Na segunda você me deixou. Se houver uma terceira eu quero que você saiba, que tenha certeza... Que não é só sexo. - Continuei em silêncio. Ela verbalizou o que eu pensei: - Dois táxis, então.





A primeira coisa que fiz no dia seguinte de manhã foi me livrar das coisas de Sandra, que continuavam amontoadas perto da porta do apartamento. Dei tudo sem pena alguma. Os instrumentos doei para a escola de música, onde tinha certeza de que seriam muito bem utilizados.

Deixei a aliança por último. Fazia dias que a tinha tirado do dedo, desde que Flávia tinha me contado sobre Sandra e ela. Racionalmente parecia besteira, era uma joia, eu poderia derreter e fazer outra, mas não era o que eu sentia. Muito menos o que eu queria, porque... Era o símbolo do meu sentimento por ela. A algema que tinha me aprisionado durante tanto tempo.

Sorri amargamente ao perceber que, com relação à Sandra, eu já não conseguia mais usar a palavra “amor”.

Olhei para o anel na palma da minha mão, pensando no quanto desejei aquilo, durante muitos anos. Como uma forma de reter, como se aquele anel pudesse prendê-la, juntar nossos destinos. Ironicamente, quando o tive nos dedos, não passou de uma alegoria vazia de sentido, acabei tendo um relacionamento com os meus sonhos. E depois, com o desaparecimento de Sandra, aquela aliança se tornou o peso da minha solidão, das fantasias que se reforçavam e me encarceravam através dele. Um grilhão que eu mesma enchi de força e de peso.

Seguindo não um impulso, mas o meu mais verdadeiro desejo, o lancei no vaso sanitário e dei a descarga. Despachei em água corrente. Enviei para o lugar onde minha relação com Sandra sempre havia estado: no esgoto, no lodo, nos dejetos mais abomináveis.

E assim enterrei Sandra. Junto com todas as minhas ilusões sobre ela.





A semana se arrastou... Beirou o intolerável... Por mais que eu tentasse me ocupar, meu pensamento tinha vontade própria? Não, era a própria vontade... A falta... A saudade... Que me traíam, me conduziam, sem que eu as conseguisse controlar...  E eu me via inventando desculpas para ligar... E Flávia fazia o mesmo... Numa reciprocidade que me deixava...

Eu não tinha a palavra.

Era isso e só isso, que me impedia de algo mais. Porque ela tinha deixado claro que o que queria, o que precisava, era a única coisa que eu ainda não tinha para oferecer...

Na sexta feira, no meio de uma ligação feita por mim, ou por ela, para falar sobre algo que eu também não sabia mais, Flávia perguntou:

- Você vai na festa da Lena amanhã?

Nem precisei pensar:

- Claro.

Ela sorriu do outro lado... Sorri de volta... Eu ia falar, mas ela foi mais rápida:

- Nos vemos lá.





Assim que cruzei a porta do salão de festas, foi inevitável... Meus olhos esquadrinharam todo o perímetro, procurando não pela aniversariante, mas... Por Flávia. Avistei-a perto da churrasqueira, conversando com o ex cunhado. No mesmo instante, fui tomada por um desejo insano de que ela me olhasse, que sentisse a minha presença... Mas Lena surgiu do nada:

- Camila! Que bom que você veio!

Terminou a frase com um abraço caloroso. Olhei por cima do ombro dela e encontrei o que buscava... O olhar de Flávia... Durante um segundo. Breve. Até Lena me soltar. Entreguei o presente para ela, que o abriu e agradeceu, enquanto Mônica me cumprimentava. Durante esse tempo, que pareceu interminável, dividi minha atenção entre as duas - que falaram comigo, coisas que eu não conseguia ouvir direito e respondia de forma monossilábica - e o sorriso de Flávia para mim, enquanto caminhava na minha direção... Parou na minha frente, me olhando de um jeito que ninguém tinha feito antes: como se eu fosse a pessoa mais importante... Como se só eu existisse...

Provavelmente, meu olhar era parecido, porque Lena e Mônica balbuciaram algo que eu não entendi e... Sumiram.

Flávia deu um passo, se aproximando... Pensei que fosse me abraçar, ou quem sabe... Beijar... Mas não. Estranhei não o sentimento, e sim a força e rapidez com que veio: decepção.

Na mesma hora brotaram os questionamentos: “Como ela conseguiu, durante tanto tempo?”... “Será que eu aguentaria tanto sofrimento?” e a conclusão também surgiu, evidente: “Eu já aguentei... E suportei... E superei...”

Movida única e exclusivamente pela honestidade que devia a mim mesma, venci a distância entre nós. Passei meus braços ao redor do pescoço de Flávia e, puxando-a para mim, abracei-a com força. Ela correspondeu integralmente, me apertando contra o seu corpo como se tivesse... Medo de me perder...

Teria ficado ali, ou avançado ainda mais... Se... O irmão totalmente sem semancol de Lena não gritasse:

- Cadê a minha ajudante? Flávia, eu preciso de você!

Muito contra a vontade, nos separamos. Flávia se desculpando por ele:

- O Lúcio já tá bêbado... Melhor eu ir lá, ou vamos acabar comendo só arroz e maionese de batata...

Virou e se afastou. Acompanhei-a com o olhar, antes de me juntar à Lena, Mônica e outras conhecidas em uma das mesas.

Não participei muito da conversa, minha atenção estava... Nela. De vez em quando Flávia me olhava... Assim, de longe... Sorríamos uma para a outra... Num flerte suave, gostoso, bem humorado... Que me surpreendeu, pois não era muito o estilo dela... Mas eu também nunca a tinha visto ficar perto da churrasqueira... Normalmente, ao invés de ficar ali se enfumaçando ao lado do irmão de Lena, ela já estaria se agarrando, se esfregando ou beijando alguma das convidadas... O pensamento me fez ficar com raiva. Mais ainda quando uma ruiva se aproximou dela e puxou Flávia para dançar. Desviei o olhar, com medo de ver o desfecho... E percebi Lena me observando, com uma expressão que eu não soube definir.

“Será que ela também estava bêbada?”

Foi a primeira coisa que pensei ao ouvi-la me dizer:

- Sabe que eu já te odiei?

Não ousei perguntar: “- Quê?”

Na verdade, não precisei...

- Quando eu amava a Flávia e ela só tinha olhos pra você.

Olhei para Lena ainda sem acreditar:

- A Flávia te amou.

Ela deu um grande sorriso antes de responder:

- Amou? Talvez. Mas ela sempre amou muito mais você.

“Todo mundo sabia? Menos eu?”

- Não faz essa cara, Camila. Eu sei que no fundo, você sempre soube. Só fingia que não. Ou melhor: mentia pra você mesma.

Neguei:

- Eu juro que nunca...

Lena me cortou com uma gargalhada... Antes de dizer:

- O pior é que eu acredito em você. Estava tão obcecada, não enxergava mais nada... Nem mais ninguém. Correndo atrás da Sandra durante anos até que finalmente conseguiu tê-la... Pelo menos pensou que teve. A ignorância até pode parecer uma benção... Mas não é. Olha quanto sofrimento teriam te poupado, quantos anos você não teria perdido, se tivessem te contado... Se bem que... Você jamais acreditaria... Se eu ou outra pessoa falasse. Tinha que ser a Flávia. E por quê?

Falei baixo, muito mais para mim mesma:

- Era a pessoa que eu mais confiava no mundo.

Mas ela ouviu:

- Era? Não é mais?

O que era aquilo? Que conversa era aquela? Misto de interrogatório e tortura... Fosse o que fosse, me fez confessar:

- Não sei... Eu não sei.

Mas nem assim Lena ficou satisfeita... Fez questão de enfiar mais agulhas... Lentamente... Uma a uma...

- Um único erro. Anula todo o resto? Todos os anos de fidelidade quase canina? Todas as vezes que você precisou e ela largou tudo que estava fazendo e saiu correndo pra te atender? - tentei protestar, mas ela não permitiu: - Ora, Camila... Sempre foi assim: você dizia “Pula!” e a Flávia só perguntava: “Que altura?”. E quanto à sua preciosa Sandra... Você não a conhecia. Não fazia ideia de quem ela era de verdade. Quer saber? A Flávia poderia ter trepado com ela quantas vezes quisesse, ela chegou a propor que nós fizéssemos a três. A Sandra te traiu com todas que conseguiu. Só eu conheço pelo menos umas cinco.

Foi instintivo. Meu olhar se desviou do de Lena... Procurando... Não pelas amantes de Sandra, isso não importava mais. Sandra era e sempre foi ela. Eu é que nunca quis ver.

Naquele momento, era outra coisa que eu precisava, queria saber. Logo encontrei. Flávia... Dançando, rodeada de mulheres. Mas aquilo não me aborreceu, porque os olhos dela estavam em mim... Sorri sem nem sentir... Na mesma hora, ela veio até a mesa:

- Posso saber o que vocês tanto conversam? - Lena ficou quieta, eu também. Flávia insistiu, de um jeito absolutamente bem humorado, e nem por isso menos certeiro: - Estavam falando de mim? Pra nenhuma das duas me responder...

Do outro lado do salão, Mônica chamou:

- Amor, vem aqui um instante?

E Lena obedeceu quase correndo.

Rimos juntas, sabendo perfeitamente... Que era para nos deixar a sós de novo... Ficamos apenas nos olhando... Por um tempo que pareceu ser curto e infinito ao mesmo tempo...  Até que Flávia sorriu e me puxou:

- Vem... Essa eu preciso dançar com você.

Só então percebi a música que tocava. “That Thing You Do” (The Wonders). Fazia anos que não dançava no estilo “Rockabilly”. Desde os tempos de faculdade. Flávia adorava e tinha me ensinado os passos... Eu ri e tentei negar, sacudindo a cabeça:

- De jeito nenhum... Eu não sei mais...

Mas ela insistiu, sem me soltar:

- É igual a andar de bicicleta... Ah, Camila... Por favor... Por mim, vai? Vamos lá...

Até eu concordar:

- Tá...

Já estávamos no meio do salão... Ela pediu pra Lena:

- Volta a música pro começo?

Lena a atendeu. E realmente, foi fácil... Bastou parar de pensar... E me entregar... Começamos a rir... Juntas... Flávia cantando junto com a música:



“You doing that thing you do
(Você, fazendo aquilo que você faz)
Breaking my heart into a million pieces
(Partindo meu coração em milhões de pedaços)
Like you always do
(Como você sempre faz)
And you don't mean to be cruel
(E você não pretende ser cruel)
You never even knew about the heartache
(Você nunca nem soube sobre a dor no coração)
I've been going through…”
(Pela qual venho passando)




A estrofe seguinte ela cantou olhando diretamente para mim:




“And I tried and tried to forget you, girl
(E eu tentei e tentei te esquecer, garota)
But it's just so hard to do…
(Mas isto é tão difícil de fazer)
Everytime you do that thing you do…
(Toda vez que você faz aquilo que você faz)




Eu não conseguia tirar os olhos dela…

“Como pude ser tão cega?”

Era só o que eu conseguia pensar.

Como se pudesse ler meus pensamentos, Flávia me puxou... Grudou nossos corpos... Continuamos a nos mover, como se a música fosse lenta... Ela sussurrou:




“I know all the games you play
(Eu conheço todos os seus jogos)
And I'm gonna find a way to let you know that
(E eu vou achar um caminho para fazer você saber que)
You'll be mine someday
(Você vai ser minha um dia)
Cause we could be happy, can't you see?
(Porque nós podemos ser felizes, você não vê?)
If you'd only let me be the one to hold you
(Se você apenas me deixar ser aquela que te abraça)
And keep you here with me…”
(E mantê-la aqui comigo)




Fiquei imóvel. Ela também. Quase podia ouvir minha pulsação... Ou seria a dela? No mesmo compasso da percussão da música...




“Cause I tried and tried to forget you, girl
(Porque eu tentei e tentei te esquecer, garota)
But it's just so hard to do
(Mas isto é tão difícil de fazer)
Everytime you do that thing you do…”
(Toda vez que você faz aquilo que você faz)




Recuei... Apenas o suficiente para nossos olhos se encontrarem... Ela brilhava nos meus... Eu nos dela... Fazendo com que eu sentisse algo que me fez esquecer todo o resto... Segurei o rosto de Flávia entre as mãos... E então... Devagar... Lentamente... Quase em câmera lenta... Aproximei meu rosto... E a beijei...

Ela fechou os olhos... Estremeceu... Fechei os meus também... Escorreguei minhas mãos por baixo dos cabelos... Até chegar na nuca... Acariciei... Flávia gemeu baixinho... Me puxou pela cintura, colou meu corpo no dela... Nossas línguas se encontraram, se buscaram, se mesclaram... Embaçando meus pensamentos... Me agarrei mais e mais à ela, num arrepio sufocado... O ar que respirávamos era o mesmo... Quente... Ardente... Urgente...

Me afastei ofegante, em busca de ar... Me aninhei nela, um dos braços passado ao redor do pescoço, o outro nas costas, segurando o ombro, meu rosto colado no dela... Flávia me segurou contra ela com força, e o encaixe se tornou... Ainda mais perfeito...

Ficamos um tempo dançando juntinhas, sem nem saber se ainda tinha música... Me entreguei integralmente às sensações... Ao calor de Flávia... A coxa entre as minhas... Uma das mãos em minhas costas, a outra na minha cintura... Roçou os lábios no meu rosto, desceu pelo pescoço, me arrepiando inteira... Apertei-a num gesto involuntário... Suspirei... Deliciada com a descoberta de algo que não era novo, muito pelo contrário... Eu conhecia... Muito bem... A pele, as curvas, o toque, o abraço, o cheiro... Num outro tom... Bem diferente... E me pareceu lindo, absolutamente romântico, verdadeiro ao extremo... Reconhecê-la... Naquele novo jeito...





Flávia não voltou mais para a churrasqueira.

Sentadas juntas, conversando, rindo, de vez em quando cochichando... Éramos as Camila e Flávia de sempre. A novidade estava na necessidade física de contato... Mãos dadas, carícias, beijos... O tempo passando sem que percebêssemos... Só reparei que tinha anoitecido quando todos foram embora, só ficamos Lúcio, Lena, Mônica, Flávia e eu.

- Quer ajuda? - Perguntei para Lena.

- Não precisa, amanhã as faxineiras limpam tudo.

Virei para Flávia:

- Vamos?

Ela fez que sim, levantou, me estendeu a mão... Caminhamos com os dedos entrelaçados até Mônica e Lena, nos despedimos delas, não encontramos Lúcio, Flávia falou:

- Dá um beijo no seu irmão.

Caminhamos devagar pela estradinha de cimento no meio da grama que levava ao portão. Quando chegamos na calçada, fora do prédio, paramos... E nos olhamos.

Eu podia sentir a tensão de Flávia, não só na forma com que segurava a minha mão... Nos olhos, na expressão facial, no corpo inteiro...

Era um momento decisivo.

E nós duas estávamos plenamente cientes disso.

Ela me fez uma única pergunta:

- Táxis?

Respondi já erguendo o braço:

- Um só.

Puxei-a pela mão, para dentro do veículo que parou ao meu sinal, ambas sabendo perfeitamente o que significava.





Entramos no apartamento dela... Fiquei esperando Flávia trancar a porta, encostada na parede do corredor de entrada, o coração acelerado de pura antecipação... Quando ela se virou, puxei-a para mim... Minha boca buscando, desejando ter e ser cada inspiração dela... Gemi deliciada com a pressão do corpo de Flávia no meu... Meus dedos tremulando ao arrancarem-lhe as roupas... Peça por peça... As minhas caíram no chão com um pouco mais de pressa... Chegamos inteiramente despidas no quarto, deitamos juntas na cama... Ela encaixada, vibrando sobre mim... Ameaçou descer... Segurei-a, as duas mãos em seu rosto... Olhei bem dentro dos olhos... Sussurrei:

- Fica aqui...

Pedido que foi prontamente atendido... E mergulhamos juntas... Eu e ela... Unidas... Numa deliciosa asfixia... Onde ambas conduziam... Sons... Sem sentido... Arfados... Soluçados... Gemidos... As costas de Flávia em minhas unhas, a pele derretendo como a minha... Numa espiral de pulsação... Que subia e descia... Ela me chamava:

- Camila... Eu te amo... Camila... Camila...

Minha voz soou exatamente no mesmo tom da de Flávia: como um navio que não está mais à deriva:

- Olha pra mim... - Nossos olhos se encontraram... Os dela transbordavam... Uma certeza absoluta me atingiu: - Ah, Flávia... Eu também te amo... Eu te amo...

Beijei-a... Profundamente... Ela se entregou em meus braços... Deixando escapar um som que era... Impossível descrever...

Inevitável acompanhá-la na explosão que se seguiu... Caos... Eros... Tanatos... Nossas bocas, corpos e almas integralmente ligados... Num prazer tão insuportável que beirava a dor... Uma total ausência de espaço, tempo, gravidade... Sem mais saber quem era uma e quem era a outra... O infinito nos atingia, em todo o seu esplendor...

Poderia ter morrido naquele instante. Na verdade eu tinha. Quando abri os olhos foi como se tivesse queimado e renascido, qual Fênix no meio das cinzas... Flávia ainda estava largada sobre mim, o rosto enfiado em meu ombro... Deixou escapar um último som... Na verdade, uma respiração... Aos poucos foi virando... Beijando o meu rosto... Me arrepiando... Até chegar nos lábios... Nos beijamos... O som saiu de mim então... Um suspiro... Gemido... Quando afinal nos separamos, Flávia me olhou... Sorrindo... Linda... Tão linda... Havia um brilho nela que reconheci. Também estava em mim.



Flávia entreabriu os lábios, mas não conseguiu emitir um som. Camila também não disse nada, igualmente silenciada, porque... O sexo precisa de palavras, frases, sentido, direção. O amor, não. 



FIM

postado originalmente em 15 de Agosto de 2013 às 16:00 .




Olá meninas!

Pois é... acabou né?
Mas não estou triste por isso. Muito pelo contrário, estou super feliz por termos (eu e Diedra) nos divertido muito. Passamos horas conversando no celular, no gtalk, no bate-papo do face. Sempre que tínhamos alguma ideia uma contava para a outra, discutíamos sobre nossa história, e não sobre as personagens. Apesar de cada uma escrever sua parte, sempre pensávamos na história como um todo. E foi isso que nos deixou tão feliz e acredito que a vocês também.

Escrever com Diedra é... como posso definir... Simplesmente MARAVILHOSO!
A pluralidade do seu olhar e percepção é que fazem dela uma genial escritora. Sabe como ninguém descrever momentos, sentimentos, situações e emoções.

Essa parceria foi para mim um enorme prazer, e a receptividade de vocês também.
Até as críticas mais “exigentes” me levaram ao crescimento.
Como já disse, faço isso por que gosto, porque curto e me divirto. E com toda a certeza, diversão foi o que tive com essa história!

Fica aqui o meu mais singelo e verdadeiro agradecimento pelo carinho, mensagens, críticas, envio de músicas, sugestões e qualquer outra manifestação.

Sem vocês essa parceria não teria ido para a frente.
Diedra... Te amo!  Ano que vem tem mais, né?
Ah... não posso deixar de agradecer à minha esposa. Ela me aturou nesses meses enquanto eu falava da história, ela deu algumas sugestões, criticas e broncas, ela que foi deitar e dormiu enquanto eu ficava até a madruga escrevendo e conversando com a Di, ela que é o meu amor. Sem ela, nada seria! Te amo, minha vida!

Beijos a todos!!!!
Jennyfer Hunter (jennyhunter.br@gmail.com)


***

Menin@s Lind@s e Maravilhos@s,
Td bem?
Último capítulo sempre deixa aquele vazio, aquela saudade das personagens, elas se tornam tão parte das nossas vidas que chegam a quase ser palpáveis, né? Sofremos, vibramos, rimos, nos apaixonamos com elas e por elas...
Foi maravilhoso escrever esta história, principalmente pelo prazer de ter uma amiga tão querida como parceira. Nós nos divertimos MUITO!!! Espero que vcs também...
Ah, Jenny... Eu também te amo! Eu te amo!
(Com todo respeito, viu, Tatah? Nada de Flávia aqui! kkk)
Brincadeiras à parte...
Jenny, minha amiga muito mais do que querida, vc sabe que é recíproco, né? Vc mora no meu coração! Te amo muito!
Mas então...
As protagonistas não ficaram juntas...
Como assim??? kkk
Elas decidiram, sabe? As personagens são assim, criam vida, nos obrigam, exigem que a gente escreva o que elas querem. Cabe à nós expressar, dar voz, corpo e texto ao que elas nos pedem. Senão elas vêm puxar nosso pé de noite! kkk
Tá, não é pra tanto, mas... Impossível fugir da nossa missão de veículo dessa coisa indefinível que paira sobre ou entre nossas cabeças.... A arte é assim.
Foi muito positivo esse final, pq existe essa máxima na sociedade ocidental, de que se não houver sofrimento não é amor de verdade. Discordo disso completamente, como boa budista que sou (e a Jenny também).
O amor constrói, não destrói.
Amor de verdade gera felicidade.
Eu não acredito mais em relações que se estabelecem sob a máxima "Apesar de tudo, não vou terminar, pq amo."
Por experiência própria aprendi que elas tendem a não dar muito certo...
Bem... Acho que ficou claro que Sunny e Camila jamais seriam felizes juntas, ou não? Se alguém ainda tiver alguma dúvida, basta escutá-las atentamente, estão nos soprando isso desde o começo...
Espero sinceramente que tenham gostado, viu?
Obrigadíssima pela participação de cada um@ e tod@s!
Especialmente Nádia, Célia e Carla Gentil (minha poderosa betíssima, não sei como me aguenta, salve, salve!), sempre aqui comigo, qualquer agradecimento é pouco, sem vcs eu já teria desistido de escrever faz tempo! Tenho muita sorte de ter vcs na minha vida!
Wind Rose, minha gaúcha deliciosa, meu amor... Vc me inspira... Em todos os sentidos...
bjo muito mais que ultra mega hiper suuuuuper imensamente gigantesco no coração

Di (diedraroiz@gmail.com)

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138 comentários:

  1. Ah, se todas fossem... como terminou "Ah, se todas fossem Sandra". Se perfeição existe, ela mora neste último capítulo.

    Jenny, só posso te agradecer pela coragem de aceitar o desafio de inovar. Sair do lugar comum é para poucos e bons. Sunny merecia o final que vc deu a ela, o vôo da paixão precisa de duas asas, com a Camila, seria só viver os mesmos erros que Camila já tinha vivido com Sandra. O círculo vicioso foi quebrado e o prêmio foi encontrar um amor de verdade. Parabéns, guria!

    Tenho a felicidade de acompanhar, quase frase por frase, a construção dos capítulos produzidos pela Diedra, e este foi inspiradíssimo.
    Fico com vontade de falar para as leitoras: queridas, leiam devagar, prestem atenção em cada palavra, sintam cada reticência, elas são cheias de significado. Notem que cada palavra foi pensada, pesada, julgada, escolhida porque só ela foi capaz de representar o sentimento da personagem, que soprava sua vida para ser traduzida pela autora.
    Di, mais uma vez vc foi capaz de surpreender, de inovar e, principalmente, nunca desistiu de ser leal às personagens, de lutar por elas. Eu bem sei o quanto às vezes é assustador enfrentar estes desafios, mas sei também que você pode até se entristecer um pouco, mas jamais se abater. Só tenho que aplaudir e agradecer por isto. Sabe o que mais? Capricha no batom e GO, Di, GO! Pode ir que vou estar sempre por aqui (eita privilégio danado!!!!)

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    1. Carla, Carla... me diz o que eu posso falar de vc? Que vc é uma criatura de outro mundo!!!! Muito obrigada por sua presença aqui e no face! Seu carinho por esses "trabalhos" é tão latente que dá para ver percorrendo em suas veias.
      Obrigada!!!!

      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Ela me chamou de ET, é isto mesmo produção? :P

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    3. Carlinha, minha amiga muito amada, betíssima poderosa, companheira de todas as horas, até as mais neuróticas, de profunda obsessão e compulsão às vezes por causa de uma vírgula...
      Vc ainda vai ganhar o Guiness de paciência! kkk
      O que dizer pra vc? O que te responder?
      Qualquer coisa falada ou escrita será pouco, muito pouco para traduzir a emoção que estou sentindo...
      Estou sem palavras. E talvez seja essa a melhor resposta.
      Só posso te agradecer sempre, eternamente.
      Te amo, viu?

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    4. Carlinha
      ET PHONE HOME pra vc!
      kkkkkk

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  2. GURIAS, como começar um comentário de um capitulo final como esse?

    JENNYFER HUNTER, como a 1ª parte foi tua começarei por ti então:
    Antes de qualquer coisa peço desculpas pelas coisas nada agradáveis que te falei durante esse conto, me dei conta agora como deve ter sido difícil escrever tendo mil coisas para fazer e ao mesmo tempo tendo a responsabilidade de escrever com outra autora sendo ela quem for ainda mais sendo... Diedra Roiz. Tua parte no capitulo ficou sensacional, a Sunny é livre, alto astral de uma jovialidade incrível e foi assim que tu a descreveu no conto todo, nesse capitulo não poderia ser diferente. Ela realmente não combinava com a Camila apenas isso; o importante é que ela encontrou a felicidade e tu conseguiste mostrar isso de uma forma tão linda que só tenho a te dizer é: Parabéns guria arrasoooouuuu.
    DIEDRA ROIZ, acompanho teus romances desde o 1º - para o qual sempre guardo um lugar especial no meu coração (Fernanda, meu 1º amor) -, tenho a felicidade de ter acompanhado todos os teus romances, todos teus livros e alguns dos teus poemas. O que te dizer, tu és de uma intensidade sem parâmetros, persegue com afinco a excelência, lembro que desde o 1º romance eu imaginava a continuação da estória e tu sempre aparecia com uma coisa muito melhor e sempre surpreendente. Camila... após ter resolvido deixar de ser infeliz, de ser a coitadinha... se tornou uma personagem cativante, Flávia que amei assim que conheci decidiu deixar de ser a amiga fiel para ser aquela que sempre amou a amiga... Putz... isso me surpreendeu e muito, mas como já estou acostumada com tuas reviravoltas e surpresas, confiei.
    Costumas dizer que as personagens que decidem o andar do conto, e dessa vez a Flávia foi perfeita na aproximação. Como todas nós ela se mostrou humana, erra faz besteira pelos motivos mais idiotas, mas também mostrou que acima de tudo estava ao lado daquela que sempre amou, fosse para apoiar e nesse interim se anular ou fosse para dar aquela respirada profunda tirar coragem não se sabe de onde para declarar o seu amor...
    GURIAS, LINDO FINAL, PERFEITO EU NÃO PODERIA ESPERAR NADA MENOS DE VOCÊS QUE SÃO CADA UMA DE MANEIRA DIVERSA TÃO AUTENTICAS E MARAVILHOSAS AUTORAS.

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    1. RÊ... não tem que pedir desculpas, não!
      A Sunny é a própria felicidade!!! Não tinha como terminar triste, Concorda???
      Cada personagem se entendeu, se conheceu e escolheu o seu destino. E foi melhor assim. Aposto que estão super felizes e radiantes ao lado dos seus amores! rsrs
      Obrigada por cada palavra sua. Por acompanhar desde o inicio e se fazer presente.
      Hoje vou dormir feliz por saber que conseguimos deixá-la com esse sentimento alegre em seu coração!
      Ano que vem tem mais!!!!
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Ah, guria!
      Vc é a minha leitora número um, sabia? Foi a primeira que comentou, a primeira que falou comigo, que me incentivou. Nunca vou me esquecer pq fez toda a diferença do mundo, tanto que mesmo depois de 6 anos, continuo aqui escrevendo e postando na internet, né?
      Seus elogios são muito preciosos pq sempre muito sinceros. Tenho certeza absoluta disso não só pq te conheço mas pq vc não me elogia sempre, né? kkk... Aliás, adoro qdo vc me xinga, qdo diz: Odiei! Isso tá horrível! kkk
      É maravilhoso termos intimidade pra isso.
      Tentei segurar a Flávia e vc viu. Foi impossível. Que bom, pq só assim Camila e Sunny puderam ter finais realmente consistentes e felizes.
      Obrigadíssima, amiga!
      Não só pelo comentário - tão... Ah, não tenho palavras pra definir... Fiquei embargada aqui, quase me fez chorar... - mas por vc fazer parte da minha vida!
      Vc mora no meu coração. Te amo, cabritinha!

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  3. Parabéns!!! Lindo, emocionante... Bjs

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    1. Obrigada, Linda!!!!!

      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Obrigadíssima, lind@!
      bjo ultra mega giga!

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  4. Caramba! Não tenho nem palavras! A Sunny sempre deixando essas lições de como a luz, a alegria e a felicidade é melhor do que curtir uma dor. Incrível!
    Já Flávia e Camila uma química perfeita, um flerte apaixonante. Camila percebeu a sutil diferença de se apaixonar por alguém tão próximo.
    Autoras, vcs estão muito, mas muito de parabéns! Como deve ser difícil manter a jornada de personagens tão intensas! Só tenho demais a agradecer! Literatura de ótima qualidade! Nesse mundo tão excludente de literatura voltada para nós, vcs são um oásis. Obrigado!
    Bju
    Daniele Nascimento

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    1. Daniele Nascimento....
      Cheguei a me emocionar com seu comentário!
      Perfeita é vc!!!
      Obrigada por nos acompanhar e ter amado o final!!!
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Oi Daniele!
      td bem, linda?
      Como te agradecer, né?
      Depois de um comentário desses, nada será suficiente, mas... Vou tentar:
      Obrigadíssima pelo incentivo, pelo carinho, e principalmente, por sua sensibilidade.
      Ah... Se todas fossem como vc!
      kkk
      Nenhuma autora deixaria de escrever, né?
      ;)
      bjo muito mais que imensamente hiper ultra mega super giga no coração!!!

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  5. ACOMPANHO SEMPRE OS CONTOS CRIADOS POR VOCES, SÃO ESTÓRIAS,MAS COM CERTEZA FAZ LEMBRAR UM POUCO DA VIDA DE CADA UMA DAS LEITORA,PARABENS A DIEDRA E JENNYFER, REALMENTE É UM AMOR MUITO GRANDE PELA ESCRITA E MUITO TALENTO DE VOCES, SEI COMO TOMA O TEMPO PARA FAZER UMA OBRA BRILHANTE COMO ESTA.AGRADEÇO A AMBAS POR PROPORCIONAR AS LEITORAS ESTE PRAZER DE LER ALGO TÃO COMPLETO. ADOREI O CONTO,AS MÚSICAS,ADOREI O CONJUNTO, ADOREI A DUPLA. MUITO OBRIGADA.
    MARILIA

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    1. Querida Marília, dizem que a arte imita a vida, né? Eu digo que faço da minha vida uma arte!
      A melhor parte de criar é receber frutos da sua inspiração. Esses frutos são as manifestações de carinho que temos. Quando chegamos aqui e lemos palavras como as tua, todo o sono, cansaço, desânimo vai embora. Ficar até altas horas é super gratificante quando temos pessoas como vc.
      Muito... muito oobrigada mesmo!!!!
      Super beijos!

      J.Hunter

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    2. Ah, Marilia, sua linda!
      Seu comentário não tem preço, pq me faz ter certeza que estou no caminho certo, que realmente vale a pena, e vc nem imagina o quanto isso é importante... Por vezes escrever é doloroso, tem que ter muita persistência e força de vontade, volta e meia eu quase desisto, mas... Felizmente é um vírus que contém em si a própria cura, se eu parar de escrever acho que eu não serei mais capaz de respirar... kkk
      Nossa, muito, mas muito obrigada mesmo!!!
      bjo muito mais que ultra mega giga!

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  6. Esse final foi simplesmente magnifico, perfeito, lindo, emocionante... Amei! *-------------*


    Di e Jenny, a vocês meus sinceros parabéns... Belo trabalho, já tô ansiosa para o próximo, vocês fazem uma bela dupla!

    Beijãoo, Lindas ;)

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    1. Ah Andressa!!!! Eu sempre me lembro dos seus posts sobre o conto lá no face. Principalmente das batalhas com a Aninha. rsrsrrs
      Vc é maravilhosa!!!
      Já quer outro conto??? Desse jeito vou ser mandada embora de casa! rsrsr
      Obrigada por tudo, viu???
      Te adoro!!!
      Até o final do ano vou reescrever Laços Eternos e postar, dessa vez COM FINAL! rsrsr
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Obrigadíssima, Andressa!
      bjo ultra mega giga!

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  7. Nossa muito lindo, final perfeito.
    Parceira 110% maravilhosa.
    bjo.

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    1. Linda...amei os 10% a mais! rsrs
      Obrigaduuuu!
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Valeu, lind@!
      Muito, mas muito obrigada mesmo!
      bjo super ultra hiper imenso!

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  8. Esse conto mostrou um enredo muito próximo da realidade, dizer que amei é pouco...
    Me identifiquei com a Camila.

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    1. Esse conto foi a realidade de duas personagens maravilhosas, cheias de vida própria e amor !
      Obrigada por nos presentear com seu post.
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Obrigadíssima!
      Foram personagens que realmente criaram vida própria...
      Mas fiquei curiosa: se identificou com a Camila como? Em que sentido? Antes ou depois de Sandra? Espero que depois, viu? kkk
      bjo hiper ultra mega super giga!

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  9. O calar apaixonado e apaixonante de Camila e Flávia no último suspiro desta linda história é o mesmo que fica no ar no momento do ponto final...
    O silêncio extasiado de quem lê.

    Surpresas, decepções, revelações, descobertas, redescobertas... Parece que já vi isso em algum lugar, claro... A vida.

    Parabéns Diedra e Jenny... Muito obrigada por compartilharem conosco essa inspiração.

    (Diedra Roiz, se te inspiro é porque te respiro, noite e dia...)

    Wind Rose

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    1. rs...
      Nem posso ser romântica...

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    2. Wind, minha querida!!!
      Me responde uma coisa: Por onde anda a Sandra hein? rsrsr
      Brincadeira! rs
      Sensacional é vc por nos acompanhar e por vir aqui nos brindar com suas palavras! Me sinto extasiada!!!!
      Bjs!
      Jenny!!

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    3. Wind, tu é tão maravilhosa que arrasa até nos comentários.
      Tenho muita esperança de ainda ter o prazer de ler muitos contos seus.
      Não deixe e nem demore para escrever, é até pecado não deixar tanto talento registrado viu?
      E mais ainda não dividir com os pobres mortais.
      Bjs

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  10. Adorei mais este conto de voçê Diedra (desta vez acompanhada de Jennyfer), já li todos os outros mais do que uma vez e este não vai ser diferente. Vou lê-lo agora do inicio ao fim, já que este foi o primeiro que segui semanalmente religiosamente...
    MUITO OBRIGADA por esta delicia de conto que me fez por momentos esquecer a realidade dura que atravesso. Já estou à espera do próximo!! ;)
    Bjs
    Sandra

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    1. A Sandra comentou!!! #medo

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    2. Por onde será que ela anda, hein??? rrsrrssrr

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    3. Sandra... O grande enigma! Tu é uma das que pode responder, Jenny. Deve estar tocando violoncelo junto com os ventos uivantes da `Patagônia.

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    4. Mulher! O que a Di andou te contando hein??? rsrsrrs
      Mas como assim eu sou uma pessoa em potencial para responder isso? rsrsrrs Sandra fugiu, virou pó! Se bem que... do pó ela pode retornar, né?
      Não... melhor não! As leitoras matariam ela no primeiro capítulo! rsrsrrs

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    5. Oi Sandra!
      Td bem, linda?
      Eu que agradeço: MUITO, MAS MUITO OBRIGADA MESMO!
      Por participar, acompanhar, incentivar...
      Sei que é diferente ler de uma vez só e acompanhar as postagens, mas as duas formas são boas, né?
      Semana que vem, se tudo der certo, vamos começar a postar ASSIM FALOU BENEDITO, história que escrevi em parceria com a Wind Rose, espero que também acompanhe, comente e goste! kkkk
      bjo muito mais que imensamente mega hiper ultra super gigantesco!

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    6. Contou cada coisa, guria! :P

      Brincadeira, a gente sempre chutando sobre o paradeiro da Sandra. A Di sabe, mas é coisa dela com a poderosíssima Salve, Salve Wind Rose *fazendo reverências em direção a Blumenau*. Mas tem lugares onde se encontra de tudo: Patagônia e Nova Zelândia. Se não tá lá, só na Tardis do Doctor Who.

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  11. Olá, meninas
    tudo bem?!
    Bom, depois de ficar quase duas horas pensando como expressar o que achei deste capítulo, confesso que ainda não encontrei palavras para descrever, mas acho que até o final desta msg encontrarei uma palavra para descrevê-lo....ah e prometo tentar ser breve na msg,senão vou acabar escrevendo mais aqui do que na minha monografia....kkkk
    Primeiramente peço desculpas a Jennyfer Hunter,até ia comentar o penúltimo capítulo, mas preferi esperar o último capitulo ficar pronto e confesso que fiquei com um pé atrás com relação ao final, depois do torpedinho da Camila para a Sunny, e meu o que foi o sonho da Sunny com a Camila no estilo: Me prensa na parede e me leva ao Paraíso...(kkkk, mas ainda bem que foi apenas um sonho...como eu havia dito pra Diedra, minha torcida era da Flávia desde o começo ;)... E claro gostei da sua personagem tbm, afinal foi ela quem libertou a Camila do luto deixada pela sua xará...(putz, ainda n me conformo coma coincidência dos nomes...kkkk), enfim tu mandastes muito bem no conto e claro gostaria de parabeniza-la por nos reservar um tempinho do seu tempo(pausa para uma exclamação, nossa) e se juntar com a Diedra e nos proporcionar esse conto que nos deixa sem palavras para descrever ;)
    Agora Diedra, como sempre Parabéns e o que dizer desse finallllllllllllll..... simplesmente amei essa pureza das personagens e é incrível o grau de maturidade das personagens, para resolver ás coisas.... e o que foi esse final de Camila e Flávitcha...hahahha, sorry pelo Flávitcha... o flerte mais puro que já vi, tenho que dizer que me apaixonava a cada linha que vc escrevia e claro ficava apreensiva com o desfecho entre as duas... e finalmente ás duas ficam juntas \o/
    Poderia ficar horas aqui falando do capitulo e o qto vcs mandaram super bem, e quem disse que só os opostos se atraem...kkkkk
    Bjos e abraços meninas e parabéns novamente.
    Havia dito que até o final encontraria as palavras corretas para expressar o que achei do conto,mas simplesmente não encontrei, pelo simples fato de n haver palavras para descrevê-lo =) (nossa, me senti fazendo uma declaração de amor agora... kkkkkk)e sim meu senso de humor é péssimo.
    Só mais uma coisinha n tive tempo de corrigir os erros de português, caso encontre alguns me desculpem =)
    Bjocas gurias e Diedra,n nos faça esperar muito para o próximo conto....hehehehe

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    1. Angélica... eu que não tenho palavras para agradecer por seu carinho!!!
      Essas meninas (Camila e Sunny) nos deram um trabalho viu? Vc não faz ideia! Mas elas são maravilhosas e nos fizeram muito felizes, pois poder ter retornos assim é extremamente gratificante!!!
      Em breve teremos outro!!!!
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Oi Angelica!
      Td bem?
      Nossa, existe coisa melhor do que vc não encontrar as palavras? Amei, amei, amei! Obrigadííííííííííssima, linda!
      Foi difícil e ao mesmo tempo muito prazeroso escrever esse flerte-namorico-encontro das duas, esse amor entre elas que já existia, já estava lá, só faltava desabrochar, abrir as pétalas... Novidade pra mim escrever isso, esse desenrolar entre duas pessoas que já se conheciam tão bem. Minha primeira vez, que bom saber que não decepcionei!
      Ah, adorei seu senso de humor! Vc é sagitariana? kkk
      É pq eu sou e meu humor é... Uhm... Como dizer? Meio... Diferente? kkkk
      3a feira primeiro capítulo de ASSIM FALOU BENEDITO, parceria minha com a Wind, está convidadíssima a conferir!
      bjo muito mais que ultra mega imensamente super hiper especialmente giga!

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    3. Olá
      Jennyfer Hunter,não precisa agradecer não isso é o minimo que podemos fazer para vcs, que disponibilizam um tempinho do horário de vcs para nos proporcionar esses contos magníficos.
      Sem querer abusar e já abusando, não sei se tu escreve contos como a Diedra, mas se puder disponibilizar o link do seus contos para que eu possa conhecer um pouco mais dos seu estilo de escrita, agradeço desde já.
      Bjos guria.

      Olá
      pra ti tbm Diedra =)
      que isso como já disse acima para Jennyfer, não precisa agradecer não muié...kkk, nos que tínhamos é que agradecer vcs ;)
      E pô Didedra olhar data de nascimento no face não vale....kkkkk (brinkss)....sou Sagitariana sim...hehehehe, o signo das melhores piadas, tirando isso somos todas meninas boas, criadas pela vó...kkkkk( parei, juro)
      Bom vou acreditar então que gostastes do meu senso de humor um pouco como dizer..uhm....diferente..kkk
      Enfim, piadas a parte, aguado ansiosa o próximo conto, o pô ainda mais com a parceria da Wind Rose,da qual li alguns contos e simplesmente sensacional e quem diria ela é tua esposa...hahaha.
      Bjos e um Grd abraço a ti,e pode deixar arrumarei um tempo nos meus intervalos de TCC, para prestigiar esta parceria ;)

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    4. Angélica, boa tarde!!!
      Então... eu escrevi dois contos em parceria com a Karina Dias. O primeiro foi Prova de Fogo e o outro Amor de Carnaval.
      Isso foi em 2007 / 2008. Adorei essa parceria com ela, pois eu nunca tinha tentado escrever nada na minha vida. E ela foi super paciente e amiga cmg!!! Espero que curta!!! Super beijos Cariocas!!!
      http://www.livrearbitrio.net/LIVRE_ARBITRIO/Livre_reformulado/karina_Jenny/prova_de_fogo.html

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  12. Duas lindas, obrigada pela bela história...........Sem amor e sexo a vida fica sem graça ( nem sempre, pensando bem rss soy loka) Amei o feed de vcs, deve ter sido muito bom esse período de trocas..............Então gracias e abrazos ao QUARTETO ....................VALEU!!!! Tin tin!..............:)Espero q logo logo eu crie uma história........Mesmo q não divulgue kkkkk A personagens já tenho ohhhhhhhh!! beijossssssssssssssssssssss

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    1. Rita, amei o QUARTETO! rsrsr
      Realmente foi um periodo sensacional. Apesar da correria diária, quase insana, eu eu Di amamos escrever essa história! E com certeza sairão mais e mais. Não esse ano... mas no próximo, ah se vai!!!
      Obrigada linda!!!!
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Oi Rita!
      Td bem, linda?
      Muito, mas muito obrigada mesmo!
      "Tin tin", ou como Camila e Flávia diriam: "Ein prosit!"
      kkk
      Tem as personagens? Então manda ver! Escreve e avisa qdo postar, viu?
      bjo super mega ultra giga!

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  13. Parabéns meninas!
    Eu achei incrível do começo ao fim.
    O final me surpreendeu. Amei. O amor da Flávia pela Camila, coisa mais linda. Perfeito.
    Um beijo pra vcs e até o próximo.

    Lena.

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    1. Lena... lindo mesmo né?
      O amor tudo supera, tudo espera, tudo altera!!!!
      Obrigada pelo carinho!
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Oi Lena!
      Td bem?
      Vc melhor do que ninguém, já que foi casada com a Flávia, sabe o quanto ela ama a Camila, né?
      kkk
      Alokaaaa!!!
      Sorry, não resisti...
      Brincadeiras à parte...
      Obrigadíssima, viu, linda?
      Que bom que o final te surpreendeu e de forma positiva!
      bjo hiper mega giga!

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  14. Parabéns Meninas... lindo, perfeito, maravilhoso, envolvente...espetacular!
    Desde o início me envolvi com a história e me deliciei com cada momento, ri, chorei, briguei... vivi todas as emoções juntamente com as personagens! Vocês escrevem de maneira magnífica.... Já reli 2x este mesmo conto..rs
    Quando teremos o prazer de ler mais um conto de vocês?
    Já li todos até agora... estou aguardando ansiosa pelo próximo...rsrs
    Parabéns Diedra e Jennyfer

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    1. Lu, acho que vc já deve saber o conto de cabeça, né? rs
      Obrigada pelas suas palavras!!! Eu tb ri, chorei, me irritei, me apaixonei... me envolvi inteira! Também não tenho palavras para agradecer!!!
      O próximo? Em breve, em breve!!!!
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Oi, Lu!
      Obrigadíssima, viu, linda?
      Eu tb já reli umas 2 vezes, viu? Pq qdo a Flávia resolveu vir com tudo, precisei voltar pra ver se era isso mesmo, e não é que era? Ela tava lá dizendo o tempo e nós "a la Camila", no maior ensaio sobre a cegueira... kkk
      Então...
      Tenho uma história pronta, inteirinha, que escrevi em parceria com a Wind, se chama ASSIM FALOU BENEDITO, vamos postar o primeiro capítulo na 3a feira. Se quiser conferir... Esperamos que tb goste!
      bjo mega ultra super hiper giga!

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    3. Oi meninas.. obrigada por responder... já decorei toda a história... não canso de ler..rsrs... Já estou acompanhando, Diedra, seu novo conto: "Assim falou Benedito"... e estou adorando... ansiosa pelos próximos capítulos...rsrs Bjs

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  15. muito bom,vcs conseguem passar o que as personagens sentem ,isso é perfeito,me senti na história,como se fizesse parte das personagens tbm,mas eu fiquei curiosa em saber o que aconteceu com a sandra de verdade....deixa isso pra um "se todas fossem sandra 2 ",quem sabe né?hehehe mas que bom que a flávia não era que nem a sandra. bjs enormes para Di e para Jenny tbm. ass: aninha arwen

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    1. ANINHA.... será que a SAndra teria o disparate de voltar só pra dizer o que aconteceu? Acho que não! Ela seria espancada até a morte pelas duas (Camila e Flávia!) Cada uma dentro da sua razão! rsrs
      Mas até que a ideia de ter um n° 2 não é má hein!!! Vamos pensar no assunto, Di? rsrsrs

      Lindona, obrigada por seu carinho e por estar sempre aqui nos acompanhado!!!
      Um super beijos cariocas para Ti!!!!
      Beijossss
      J.Hunter

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    2. Oi Aninha!
      Td bem?
      Amiga, não si como te agradecer por estar sempre acompanhando, comentando, incentivando, compartilhando os links no face... Obrigadíssima mesmoooooo!!!!
      Pois é, se todas fossem Sandra não haveria Flávia... Nem Camila... Nem Gabi... kkk
      O que aconteceu com a Sandra?
      E se eu te disser que... Tenho a história toda com detalhes, na minha cabeça?
      Mas infelizmente... Não posso contar... Senão estraga.
      Melhor deixar em aberto, cada uma que imagine o que quiser... Mil possibilidades...
      Na verdade, tem muita gente que desaparece e ninguém nunca descobre o que houve. Tem muita coisa na vida que a gente fica sem saber. Essa é a ideia.
      No fim, nem fez diferença saber, né? Para a Camila, Sandra está morta e enterrada, isso é o que importa.
      3a feira tem primeiro capítulo de ASSIM FALOU BENEDITO, parceria minha com a Wind.
      bjo muito mais que ultra super hiper mega imensamente gigantesco no coração!

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    3. olá Di e Jenny ,por nada,adoro acompanhar seus contos,e vou continuar acompanhando ,mas ainda to curiosa sobre a sandra...conta Di hehe, e pode deixar que vou ler ASSIM FALOU BENEDITO,bjão!!! ass:aninhaarwen

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  16. Relendo e suspirando... Mas rindo horrores do "pula" "que altura?" kkkkkk

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    1. Uhm... E pelo visto, a Flávia vai e leva nas alturas, né?
      kkkkkkkkkkk

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    2. Ah... se todas fossem Flávia! Eu pularia de qualquer altura que ela mandasse. Kkkkkkk

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    3. Mulheres à beira de um ataque de apaixonite! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
      Adoro vcs!!!

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  17. Parabéns... Quando virá o proximo?!... Ansiosa...
    Mais um com a Wind e com a Karina seria perfeito...
    Jenny perfeito... Aguardo outra parceria de vcs...
    Abraços.

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    1. Obrigada, lind@!
      3a feira vamos postar o primeiro capítulo de ASSIM FALOU BENEDITO, parceria minha com a Wind. Vamos divulgar no face, ok?
      Se quiser acompanhar e comentar tb, agradecemos!
      Esperamos que goste!
      bjo super hiper ultra!

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    2. Sim... Vou curtir lá... Ansiedade total.. O que fazer se eles se tornam viciantes? rs
      bjo
      Ah.. vou me cadastrar aqui no site... E que to sem paciencia utimamente (rs).
      Abraçoe Aline Dias.

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    3. Essa, sem sombra de dúvidas, é a parceria mais esperada no mundo lésbico. Tô em cólicas aguardando!
      Bj Di

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    4. Célia,... concordo em numero, genero e grau ctg!!!!

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  18. Esse conto foi lindo. Adorei o final, todo mundo bem, dois casais felizes, personagens que não vou esquecer... parabéns!!! Já quero o próximo, viu meninas? rsrs

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    1. Obrigadíssima!
      Que bom que gostou!
      Então...
      3a feira começa ASSIM FALOU BENEDITO, parceria minha com a Wind. Vamos divulgar no face, ok?
      bjo ultra mega super!

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    2. Menina, eu amei que curtiu esse conto!!!
      Super beijos!

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  19. PUTA QUE PARIU! QUE CAPÍTULO LINDO!

    Diedra, sempre leio o que vc escreve, mas este capítulo foi, como vc mesma diz, MEGA SUPER HIPER GIGA BLASTER. Melhor sexo de todos os tempos, mais romântico, mais carinhoso, mais 'ai, ai' que eu já li. Não parei de suspirar. Vc é FOD

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    1. Oi Dessinha!
      Td bem?
      Obrigadíssima, linda!
      Que bom que vc gostou, finalmente consegui fazer algo que queria faz tempo: uma cena de sexo não externa, que mostra o interior da personagem. Acho que consegui, né? Espero que sim!
      bjo ultra imensamente super hiper giga mega blaster!

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    2. Menina!!! Olha a boca!!! kkkk
      Tá bom, tá bom!!! É uma expressão completamente aceita! Eu te entendo! É assim que fico quando leio os cap. que Di escreve! Deixa eu completar sua frase: DI... VC É FODA! rsrsrsr
      Censura zero aqui hein! rsrsrsr
      Beijos Dessinha!!!

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  20. gostei muito... quero achar alguem pra dançar assim comigo... é pedir demais sociedade?

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    1. Valeu, lind@!
      Obrigada!
      Quem procura acha, viu? kkk
      Não desista que vc encontra!
      bjo ultra mega giga!

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  21. Diedra e Jenny vocês fecharam com chave de ouro! Jenny continue nos presenteando com a sua participação. É exaustivo, mas vale a pena não é? A Sanny foi apresentada a um mundo repleto de possibilidades e vibrante como ela.Ela se sentiu usada, magoada e completamente apaixonada? Não sou nenhuma critica literária, mas na minha simples opinião de leitora não tenho essa visão, pois ficou claro logo de início que aquela relação com a Camila era puro tesão e de ambas as partes né. E cá entre nós, amor é amor e um lance é um lance! Kkkkkkkkkkkk
    O desfecho foi ótimo! O último capitulo me fez suspirar.
    Diedra eu virei fã e espero que você não me deixe na mão. Foi o primeiro conto que li e gostaria que brotassem outros, vários ... pois é um prazer! Ah..Se todas escrevessem como você... Você não nos poupa nas riquezas de detalhes, traduz para o papel todo os sentimentos e sensações e isso é instigante! Parabéns.

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    1. Oi Cris!
      Td bem?
      Ah, que bom que vc veio comentar aqui!
      Obrigadíssima! Mesmo!
      Esse último capítulo deu bastante trabalho, pq precisava construir em poucas páginas o que normalmente levaria uma história inteira. Mas eu adorei escrevê-lo, foi um ótimo exercício... Tentar ser sucinta. Acho que deu certo, né? Óbvio que o fato de Camila e Flávia não estarem se conhecendo, apenas se relacionando de uma outra forma ajudou e muito!
      Deixo na mão não, pode deixar! às vezes eu tardo... Mas nunca falho, viu? Estou sempre escrevendo.
      3a feira vou postar o primeiro capítulo de ASSIM FALOU BENEDITO, parceria minha com a Wind Rose, vc está convidadíssima a conferir e obviamente, comentar!
      bjo muito mais que ultra hiper super mega blaster!

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    2. Enquanto isso, se vc quiser ler outras histórias minhas é só ir no meu site:
      www.diedraroiz.com
      bjin!

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    3. Agora que a danadinha começou a ler duvido que pare! (E quem vai ser no lucro é a perfumada Rosa :P )

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    4. Cris... que bom que gostou do final inusitado!!!
      E olha... não deixe de ler os contos da Di! São demais! Ah... leia os da Wind Rose! Nossa!!! Só de pensar nas duas escrevendo juntas já me dá arrepios! rsrsrsr
      Beijoooooooooooooooooooos

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  22. Eita, complicado escrever alguma coisa pra duas escritoras, ainda mais, quando se trata de mim, que não sou boa com as letras. Amei acompanhar o conto.
    Diedra, você é muito especial pra mim, foi com um conto seu, Amor às Avessas, que descobri a literatura lésbica, gostei tanto que fiquei viciada. Assim como a Rê, acompanho todos os seus escritos, e lamento não ter tido o privilégio de vê-la atuando no teatro, mas tenho certeza que o faz com a mesma entrega e competência que dispensa aos textos. Impressionante como você consegue se superar a cada conto. Você nasceu pras artes, seu talento é nato. Mesmo cheia de atribuições, você arruma tempo pra nos presentear com suas obras. Admiro sua competência, dignidade, talento, entrega e compromisso que tem com sua obra. Sou sua fã. Torci por Camila e Sunny no inicio, mas Camila e Flávia são almas gêmeas, só isso explica a dedicação e espera da Flávia. Fiquei de quatro por este casal. Ah se todas fossem Flávia... Talvez eu tivesse encontrado a minha. Rs. Di, estarei sempre esperando um novo conto tá? Parabéns! Que os Deuses te dê mais e mais inspiração. Bjs
    Jenny, você tá de parabéns, sei que houveram alguns tropeços, mas você superou e conseguiu chegar até aqui. Nem sei o que seria de nós sem vocês pra nos proporcionarem literatura lésbica e ainda de excelente qualidade. Aguardando mais tá? Achei ótimo Sunny com Gabi. Bjs
    Valeu meninas!

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    1. Ah, Célia!
      Vc não é boa com as letras? Até parece, né? Imagina se fosse! kkk
      É uma honra ter sido sua primeira experiência lésbica... Literária! kkk
      Brincadeiras à parte:
      Amiga muito mais que querida, pode ter certeza que vc tb é muito especial pra mim! Já me incentivou tanto e tantas vezes, e em uma delas num momento em que eu estava pensando em parar de escrever... Obrigadíssima! Meu agradecimento eterno, viu?
      Talento nato? Não sei... Acho que quem tem é a Wind, eu sou mesmo é obsessiva. Sabe como? LEIA ESSE ESQUECE TODOS OS ANTERIORES!!! kkk
      Bom... Se a literatura for igual ao teatro: 10% inspiração e 90% transpiração... Tô no caminho, pq eu suo pra escrever, né? rsrs
      Vc pediu e pediu uma parceria minha com a Wind durante anos, agora vem aí... BENEDITO!!!
      Espero que goste!
      bjo muito mais que imensamente hiper ultra super giga mega blaster que vc encontre a sua Flávia!

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    2. Querida Célia... o que dizer hein ? Vc sempre amiga, simpática. Me deu a maior força qd perdi toda a minha monografia faltando um dia para entregar, lembra??? Quando isso acontecer quase pensei em parar a história... mas tudo foi se encaixando. Di escreveu dois cap... e tudo no final deu certo!
      Eu fiquei encantada tb quando li o primeiro conto com temática Lés. Ai conheci a Wind, a Fenix, a Diedra. Eu atravessa a rua lendo Amor Indomável. rsrsr

      Obrigada por sua presença e carinho, viu???
      Vc é parte do que estamos colhendo!!! te adoro!!! Bjs

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    3. Diedra Roiz, tenho poucas certezas nessa minha vidinha e, uma delas, é que sua parceria com a Wind Rose nos proporcionará inúmeros orgasmos literários!
      Quem viver sentirá todos e mais alguns!!!
      Vocês escrevendo separadas já são perfeitas, imagina juntas né?
      Ansiosíssima pra ler ASSIM FALOU O BENEDITO.
      Bjs

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  23. Nossa eu gostei muito da estória. Quando foi que rolou a dança das cadeiras? de quem-fica-com-quem? Fenomenal mesmo ;)

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    1. Que bom que gostou, lind@!
      Fico feliz!
      Obrigada, viu?
      Acho que a dança das cadeiras começou no primeiro capítulo, viu? kkk
      bjo super mega blaster!

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    2. Sério? Por causa do sonho, achei que foi uma mudança de planos no meio do folhetim. Estou relendo a história por causa disto, acredito que minha mente ficou obtusa entre sunny e camila que não pude ver nada vindo da flávia.

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    3. Olha, não foi planejado mesmo. Só se tornou consciente no capítulo 11, quando a Flávia finalmente se declarou pra Camila, mas... Se vc reler, desde o começo ela já tava lá, tentando nos dizer...

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    4. Estava estampado em nossas caras... Flávia pedia para sair...
      Foi muito lindo!! Eu amei!!!

      Obrigada por vc ter gostado tb!!!

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  24. Jenny ....Diedra....tenho muita coisa para lhes falar, mas confesso que não tenho palavras para demonstrar o quanto ler esse romance me fascinou tanto, é como a Celia disse “e complicado escrever algo para duas escritoras,ainda mais , quando se trata de mim, que não sou boa com as letras”...foi MA-RA-VI-LHO-SO entrar na vida das personagens e me envolver completamente na historia .Irei sentir muita falta e já estou com saudade das personagens que eu juro que são reais kkkk irei estranhar quando chegar a próxima quinta e não entrar nessa linda historia que vocês duas nos presentearam ,na verdade já estou sentindo falta daquela espera ,da quela ansiedade em ler o próximo capitulo, acho que eu já disse isso para vocês né? Kkk ...este final não poderia ter sido melhor, a Camila e a Flávia realmente foram feitas uma para outra e a Sunny com a Gabi ...bem , só a música da Paula Toller já diz tudo né? Perfeito,momento certo aquela musica , assim como todas as outras foram perfeitas no momento certo....falando em Música...bom, eu já baixei todas elas para o meu mp3, ow ouvido bom que vocês tem em? rsrs ...ahhhh se todas fossem Sandra!!!....no meio da estoria eu fiquei imaginando que a Sandra, a ex da Camila, fosse aparecer, mas esse mistério que vocês deixaram sobre ela foi muito bom, e foi bom ela não aparecer, imagina como iria ficar a cabecinha da Cami em? rsrs...e eu tenho que falar também de vocês duas...suas escritas são DIVINAS , esse "brincar " das palavras me deixaram sem folego,muita qualidade nessa "brincadeira" toda, "brincadeira " que as duas sempre fizeram muito bem, em cada conto que ja escreveram nessa vida fantástica de escritoras...é por isso que eu digo que o Brasil tem as melhores escritoras do mundo, parabéns Diedra e Jenny, e obrigado por vcs serem escritoras, e por serem também essas pessoas maravilhosas que são, oubrigado por compartilharem essa maravilha lindas!

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    1. Ah, assim não vale...
      Esses comentários que fazem as lágrimas escorrerem... kkk
      Fiquei MUITO emocionada, tanto que nem sei o que dizer... Muito menos como te agradecer... Muito, mas muito obrigada mesmo!
      Também já estou saudade,viu? Ontem estava indo pro teatro e passei na frente do "Hausbier Bar" e sorri...
      Depois pensei: "Gentem, que louca que eu sou, né?" kkk... Como se fosse real, como se existissem...
      Que bom que deixou essa sensação! Quer dizer que acertamos a mão, né, Jenny?
      Teve um momento em que pensamos em fazer a Sandra voltar, mas prefiro do jeito que foi. Certas coisas não tem mesmo explicação, né?
      bjo muito mais que ultra mega super ultra blaster especial e imenso!!!

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    2. as lágrimas tb rolam pelo meu rosto! Como agradecer??? Eu que fiquei sem palavras pra vc, querida!!!
      Obrigada!!! De coração!!! Beijos

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  25. foi um conto diferente que me enganou, faz anos que leio contos, desde o xib e sempre as duas ficam juntas, a gente soh precisa ter paciencia e esperar. Nas estorias da diedra tem que sentar e comprar pipoca porque vai demorar mesmo, eh a que mais gosta de reviravoltas, eh por isto que gosto tanto. nesta estoria ganhou na surpresa, torci pela sunny, mas naum muito, eu achava que a estoria ia ter que ser muito grande pra elas ficarem prontas pra viver um amor que naum fosse so sexo, elas naum tinham nada em comum, naum gostavam da companhia uma da outra, soh ver que quando tinha que conversar a sunny procurava a lu e a camila procurava a flavia. Naum da pra viver junto sem gostar de conversar, sem gostar de fazer coisas juntas, por isso que quando a flavia falou que gostava da camila e enfrentou o julgamento dela mas falou a verdade eu ateh chorei por que ela deve ter sofrido muito todos aqueles anos. ela foi linda e amiga e o maior amor do mundo e quando elas taum ficando juntas ela naum tem pressa, parece que naum quer abrir mao de viver cada minuto por que deve ser um sonho neh. achei lindo o trabalho de voces.

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    1. Oi Ana Angelica!
      Td bem, linda?
      Putz!
      Conseguimos te enganar, é? Agora sim, vc me fez ganhar o dia!
      kkk...
      Pois como vc mesma disse, eu nem gosto de surpresas e reviravoltas, né? kkk
      Olha, eu espero que vc goste de pipoca! rsrs
      Brincadeiras à parte...
      Isso de Sunny e Camila não se apaixonarem nem ficarem juntas é meio inédito mesmo, acho. Mas aconteceu naturalmente, não foi planejado por nós, elas tomaram seus caminhos, que no fim eram mesmo diferentes.
      Muitas pessoas comentaram antes que elas nem se deram ao trabalho de se conhecerem. Sou obrigada a discordar, elas se conheceram sim, o suficiente para não bater, não dar liga, não haver interesses em comum. E pra uma relação de amor, namoro ou casamento dar certo é preciso que as duas pessoas olhem juntas na mesma direção. E entre Camila e Sunny isso jamais aconteceria. Que bom que no fim deu tudo certo e as duas ficaram felizes. Elas mereciam!
      Obrigadíssima!
      bjo ultra mega super hiper imensamente especial!

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    2. Menina, vc é da época do XIB? Caramba hein!!!
      Pois é... essa de terminar diferente foi realmente diferente né? srrsr E como Di falou, não foi premeditado.
      Ela releu o conto e eu estou agora. E vc que Flávia estava lá o tempo todo dando sacudidas na Camila, dizendo: Olha, to aqui! Olha pra mim!!!
      Foi muito bom!!
      E melhor ainda pq vc gostou!!!
      Obrigada!!! Beijos

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    3. obrigado por responderem. eu vou lembrar deste conto sempre que naum der certo um namoro pode ser soh que ela naum era a minha flavia.

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  26. Uma das coisas que mais curto nas séries de TV e filmes, é ver os erros de gravação, as cenas cortadas... Ai não resisti de vir contar sobre uma fala que era até engraçada mas que não ficava legal no capítulo. Na conversa entre a Lena e Camila, a Lena comenta que se separou da Flávia logo que a Sandra desapareceu. Não porque a Flávia veria uma oportunidade de "atacar" a Camila, mas porque ela ficava ligando de madrugada, foi mó 'empata-foda'. Pelo visto, a Flávia largava TUDO pra ir atrás da Camila. #euri

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    1. Kkkkkk. Confesso que quando estava lendo esperei que a Lena falasse claramente sobre isso, pois com certeza Camila deve ter sido a própria presidente da ABEF. Rs
      Bj

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    2. ABEF kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    3. Carlinha bocuda!!!
      kkkk
      Célia, Célia... ABEF???
      #euri!

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    4. Ain, contei mesmo... Tava muito divertido pra cair no esquecimento :D

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    5. Meninas, desculpe a minha ignorancia, mas o que é ABEF? rsrsr

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    6. Associação Brasileira dos Empata Foda :P

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  27. Meninas... antes de qualquer coisa, quero parabenizar vcs pela obra prima que escreveram.
    É sério!
    Eu me envolvi completamente... sorri, chorei, fiquei com raiva, torci,...
    E são esses sentimentos e reações que eu como leitora tenho, que me faz gostar ou não de uma história. Partindo daí, nem preciso dizer o quanto amei essa não é?
    Mais ainda, quero agradecer pelo privilégio de ler algo tão bom! Eu me considero uma viciada em ler, e ler o que vocês escrevem é realmente uma grande experiência.
    Adorei toda a história. E o capítulo final, foi muuuuuuito bom!
    bjOs meninas!
    E não demorem a fazer uma nova parceria!

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    1. Oi Vica!
      O privilégio é nosso, viu?
      TUDO de bom saber que vc se envolveu e que, assim como nós, viveu a vida dessas personagens.
      Obrigadíssima, linda!
      Por favor, não se cure do seu vício!
      3a feira vou postar o primeiro capítulo de ASSIM FALOU BENEDITO, parceria minha com a Wind, está convidadíssima a conferir e a dizer o que achou tb, pleaaaaaaaase!
      bjo muito mais que mega super ultra hiper blaster!

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    2. Ólá Vica, faço minha as palavras da Di!!!
      Obrigadaaaaaaaaaaaaaaa!!!

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  28. Di e Jenny vocês são o máximooo!!! Saboreei cada frase, cada palavra desse conto delicioso.
    Só tenho a agradecer por vocês disponibilizar seu tempo e nos brindar com esse cativante e belo conto.
    Sentirei saudades.
    Até o próximo... Com as escritoras Diedra e sua bela Wind Rose.
    Bjos

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    1. Viviane Flor,
      Sua linda!
      Como te agradecer, né?
      Muito, mas muito obrigada mesmo!
      Até o próximo! 3a feira, viu?
      bjo hiper ultra super mega giga!

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  29. sensasional, parabéns meninas

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  30. Olá...

    No meu comentário anterior eu dizia que estava triste por Camila não ficar com Sunny...
    Mas você tem o dom Diedra!
    Acabou me convencendo de que Camila e Flávia deveriam ficar juntas... Apesar de eu ter dito que não conseguia gostar da Flávia...
    Você é demais com as palavras, Diedra. Que inspiração!!!!
    Até leio outras histórias por ai, mas você é incomparável!
    Por isso você acumula tantas fãs... Como não se encantar com o que você escreve?
    Esse capítulo foi divino!

    Quanto a Jennyfer, foi a primeira vez que tive o prazer de ler algo que ela escreveu.
    Mas quero parabenizá-la, fiquei encantada com a Sunny do começo ao fim.
    Gostei muito!

    Beijo, meninas
    Thamis

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    1. Thamis,
      O melhor desse conto foi o improvável, o impensável, foi sair do comum!
      Di é sensacional. Espetacular com as palavras. Qd vc pensa que ela deu seu melhor, ela vem e se supera!
      Foi bom demais, não foi???
      Obrigada por gostar da estória!!!
      Super bjs

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    2. Oi Thamis!
      Nossa, nem tenho palavras pra te agradecer...
      Obrigadíssima!
      Então, né... Não foi à toa que me formei em Direito... kkk... Brincadeira, linda! Eu não fiz nada, foi a Flávia! Ela que nos convenceu a todas! kkk
      Veio de mansinho, não chegando - pq sempre esteve lá, junto da Camila - mas se mostrando e mostrando o que queria e ao que tinha vindo... Na verdade exigindo, eu diria... Foi impossível dizer não.
      bjo muito mais que ultra mega hiper super imensamente especial e gigantesco!

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  31. Bom dia,Diedra e Jennyfer!

    Apesar do atraso(falta de tempo)quero parabeniza-las,por este lindo conto!
    Apesar de minha torcida,ter sido por Sunny,não fiquei desapontada com o
    desenrolar da história!Em minha modesta opinião,este final inúsitado,foi a
    cereja desse magnifico "bolo",feito com harmonia,criatividade e talento de ambas.
    Perdoe-me,pelo trocadilho,apenas às associei à aquilo que gosto muito!!
    Torcendo sempre pra que tenham sucesso em seus novos empreendimentos futuros!
    Um excelente final de semana pra vocês!
    BJS...

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    1. Neusa, tudo bem??
      Tem que pedir desculpas por nada não! Eu adoro bolo com cereja! rs
      Sair do comum é muito difícil viu? Mas o melhor disso é ver a reação positiva e legítima de vcs.
      Eu agradeço e muito por receber esse carinho!
      Muito, muito obrigada!!!
      Bjs

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    2. Oi Neusa!
      Td bem, linda?
      Ufa! Fiquei feliz agora! Que bom que vc não ficou desapontada! A Flávia fez por onde, né?
      E viva a cereja do bolo!!! kkk
      Muito, mas muito obrigada mesmo por tudo!
      3a feira vou postar o primeiro capítulo de ASSIM FALOU BENEDITO, parceria minha com a Wind, espero que goste!
      bjo ultra super hiper mega blaster e imensamente giga!

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  32. Relendo o conto descobri que a Flávia deu sinais do amor que nutria pela Camila antes da revelação, no capítulo 7, onde ela dá o maior esporro na Camila por ela ter sido a primeira a "encoxar" a Sunny e de ter a largado em seguida sem nem perceber que era a primeira vez da moça. Aquilo não é discurso só de amiga né? A indignação exacerbada davam sinais do amor da Flávia, parecia ter sido com ela. Rs
    Adoro reler os contos, pois, passada a ansiedade por mais capítulos, e o lendo inteiro, fico ainda mais encantada com a capacidade de criação das autoras, são muitos detalhes do cotidiano, parece estarmos lendo a historia de nossas vidas ou de alguém próximo. Nem sei explicar, mas sei muito bem admirar e valorizar cada palavra escrita,
    Mais uma vez, Parabéns, e muito obrigada por disponibilizarem essas maravilhas.
    Bjs

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    1. Menina, gostou mesmo hein! rsrsr
      Eu e Di estamos aqui no gmail conversando exatamente sobre esses sinais. E como já dissemos, estava estampado.
      Até em um cap. meu, a Flávia aparece no bar dando os seus sinais.
      E mais uma vez, eu que te agradeço viu???

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    2. Ah, pois é...
      Célia, a Flávia tava o tempo todo lá...
      Mas acho que a cena mais na cara é uma no cap. 8, qdo Camila tá com a Flávia no shopping, dá uma olhada...
      bjin!

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  33. Eiii meus amores!! Confesso que vi o capítulo na quinta, mas infelizmente não pude ler, pq minha facul, só Deus pra dar conta, kkkk... E pra mim, ler é como um ritual, tem que estar inteiro, se permitir tocar, como vocês disseram, os personagens sopram, e sopram mesmo... ler move a minha vida e sou grata por encontrar seres como vocês que me permitem sempre entrar em contato com esse universo que me move inteiramente... Então, vamos lá...
    Jenny, meu coração ficou aliviado, pq preciso confessar que me apaixonei pela Sunny, e quem não se apaixonaria? Não, "pera", a Camila...kkkkkkkkkk. Amei o desfecho da história dela, como o destino fez, como sempre tinha feito toda diferença com uma pitada de mestre. Sou caceriana,entao jáviu neh, emotiva a vista...rsrs Sunny vai deixar saudades e vc tmb...rsbjOnn
    Di, minha linda!! Acho que não preciso dizer o quanto sou sua fã e admiradora incondicional há anos a fio...rs
    Esse capítulo foi simplesmente revelador pra mim sabe... Confesso que fiquei com uma raivinha da Camila no começo, pela maneira que ela descreveu o sentimento dela pela Sunny, mas no fim pensei, gente, ninguem é perfeito e ela coitada, tá na fase de ser sincera, pq ja foi iludida por tantos e por ela mesmo, ai passou...rsrs
    Mas a Flavia, Ah! Se todas fossem como a Flavia...kkkk Juro! Me apaixonei por ela junto com a Camila ao longo do capítulo... Vc conseguiu fazer em um capítulo o que já te vi fazer em um conto inteiro, de maneira simples, objetiva e linda de se ver... Cada detalhe, cada gesto, cada tudo! E o prêmio de atriz coadjuvante vai para... Claro que é pra linda da Flávia nehhh!!! Essa música da Teka Simon, gente o que é isso?! Chorei, mesmo...rs
    Foi emocionante ver a Camila descobrindo o que sempre esteve ali pra ela, com os novos olhos que ela tinha recem adquirido... Enfim, mais uma vez, vc se superou... Aquele aperto ta ak sabe, mas feliz... o fim não poderia ter sido mais lindo e envolvente!! Já to esperando o próximo... pliss!!!
    BjOnn...

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    1. Nossa, Sarah! Assim vc me emociona, viu?! Vc é sensacional!!! Olha... sempre que sentir saudades da Sunny, ela estará aqui se permitindo ser lida por vc. E eu não vou deixar saudades. Sabe pq? Pq não vou sumir! Estarei pelo face, pelo gmail e comentando o próximo conto da Diedra com a Wind.
      Ainda quero poder ir te aplaudir no The Voice Brasil hein!!!
      Obrigada por carinho! Te adoro!!!

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    2. Ah, que maravilha "ouvir" isso, Sarah Jhennifer!
      TUDO de bom!!!
      Mas assim, ó: eu não fiz nada, foi a Flávia! kkk
      Foi muito difícil escrever esse último capítulo, exatamente pelo que vc disse. Eu precisava desenrolar toda a história das duas ali, tinha mil coisas pendentes... Felizmente deu certo, tudo se resolveu...
      Camila e Flávia...
      Ai ai...
      Considero um gol aos 45 minutos do segundo tempo...
      A Teka Simon é uma cantora MA-RA-VI-LHO-SA aqui de Blumenau, tem vários vídeos dela no youtube, é só procurar, ela tb tem facebook. Aproveitei pra divulgar pq sou fã, adoro o trabalho dela!
      3a feira postarei o primeiro capítulo de ASSIM FALOU BENEDITO, parceria minha com a Wind, está convidadíssima para conferir, viu?
      bjo hiper mega super ultra imensamente giga blaster!

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  34. Ah adorei o final da história, mesmo as protagonistas tendo tomado caminhos diferentes! Di parabéns por todo sucesso que foi essa sua parceria com a Jenny, aproveitando aqui, adorei tambem sua participação nessa historia com a Di, parabéns para ambas! Arrasaram... Já na espera da proxima historia resultante dessa parceria! Beijos imensos... Saudades de Se todas fossem Sandra :/

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  35. Esse romance foi simplesmente demais! Parabéns as duas grandes autoras.
    É incrível como tudo se encaixou no final, mesmo as protagonistas não tendo ficado juntas realmente.
    E que surpresa boa a Flávia hein...
    Vocês escrevem super bem, continuem com a parceria em outros contos.
    Beijos.

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  36. DIEDRA E JENNYFER OQ DIZER PARA VOCÊS, TALENTOSÍSSIMAS ESCRITORAS ?!?!?! TORCI TANTO PARA A CAMILA FICAR COM A SUNNY, E ACHEI O ÚLTIMO CAPÍTULO P.E.R.F.E.I.T.O !
    O AMOR DE FLAVIA POR CAMILA É LINDO! AHHHH ESTOU MUITO APAIXONADA, TUDO É MTO LINDO! KKKKK
    BEIJÃO MENINAS... A PARCERIA DE VOCÊS DEU MTO CERTO! ESTÃO DE PARABÉNS, MUITO OBRIGADA POR TEREM COMPARTILHADO CONOSCO UMA HISTÓRIA TÃO LINDA DE SE LER!

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  37. Fazia tempos que eu não vivia as histórias e, sem dúvidas,as personagens de Diedra. E para minha felicidade encontro uma outra pessoa, surpreendentemente maravilhosa, com seu simples jeito de encantar o meu espírito
    Parabéns a você Diedra e em especial a Jenny... Fiquei encantada com a história e mega feliz com a união de vocês...

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    1. Tamara...
      fiquei extremamente feliz com suas palavras! Muito obrigada por vc ter acompanhado essa história que foi tão gostosa de escrever!!!
      Muitos beijos!

      Jenny!

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  38. Nossa muito boa a história!!! Foi muito interessante para mim ler ela, pois eu vivi uma história semelhante a de Sunny.
    Onde eu conheci uma garota que estava um tanto quanto fechada para romances. E eu sempre com meu jeito doce e compreensivo me aproximei dela pois tinha ficado muito interessada.
    Nos conhecemos e de cara rolou uma física e química muito forte entre nós.
    Ficamos juntas por 4 messes muito intensos.
    Mas, ela ainda tinha passado no presente... Ainda não tinha se desligado totalmente do passado.
    E cada dia mais o passado dela se fazia presente entre nós.
    Eu fui até onde pude.. amei-a até onde ela permitiu ser amada.. Consegui quebrar todas as barreiras que ela havia criado para não se apegar novamente.
    Ela disse que meu jeito sem medo assustava ela.. então nos separamos.
    Ai ela conheceu uma garota que de certo modo fazia parte do passado dela.. Como se foce uma ponte entre ela e oque ela viveu um dia.
    E então ficaram juntas. Ela mantem o futuro e o passado dela lado a lado.
    Acho que ela não quer e nem vai viver sem olhar pra traz..
    Mas hoje ela já é um pouco mais impulsiva do mesmo modo que ela dizia estranhar em mim.
    Sei que de certa forma fiz ela pensar menos e agir mais, viver mais.
    E agora sigo meu caminho novamente. Foi meio difícil aceitar que não teria mais ela ao meu lado pois gostava muito dela.
    Mas era preciso.
    A história me fez refletir muito sobre um monte de coisas que ainda estavam presas em mim.
    Adorei muito!!!
    Grande beijoo!!

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    1. Olá Hanna!
      Se a história te fez refletir e mudou suas ações para positivas, então posso dizer que me sinto realizada com isso!
      Muito bom e gratificante é saber que, de certa forma, mudamos algo na trajetória da vida... nossa e de outras pessoas. E se é para o bem, nossa!!! Que maravilha!!!

      Espero que continue acompanhando os contos da Diva Diedra e as minhas futuras!
      Muitos beijos

      Jenny!

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  39. Devo dizer que o final da história me surpreendeu um pouco. Sabe, estamos acostumadas a finais felizes onde as personagens principais ficam juntas. Bom ter um toque de realidade as vezes e perceber que nem sempre foi assim. Histórias em primeira pessoa tem dessas coisas e eu, particularmente, acho ótimo.
    Varei a noite lendo os capítulos todos de uma vez (Sim, Joyce é uma pessoa atrasada) e não me arrependi de ficar sonolenta o dia inteiro no trabalho.

    Achei muito legal essa parceria de vocês. Com certeza devem repetir!
    Agradeço por fazer da minha noite uma hora agradavel, afinal, quem precisa dormir?

    Até a próxima meninas!

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  40. Bem, nunca pensei um final assim! No inicio pensei que era injusto camila não ficar com a sunny mas pensando melhor coitada da flávia. Sempre a amou calada.
    Mas gostei muito do final! Parabéns meninas e desculpem comentar "um pouco atrasada" mas só encontrei este blog ontem :D

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  41. Relendo e AMANDO de novo! A cena da Flavia entrando no bar e a Camila "percebendo" ela prla primeira vez ♥ Parabéns, meninas! Voces sao grandes artistas!

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